Alergia na vagina pode ter várias causas
A alergia na vagina pode ser causada por preservativos e até pelo sêmen do parceiro
Coceira, com ou sem presença de corrimento, ocorre com muitas mulheres e pode ser um sinal de alergia na vagina. Apesar do incômodo que isso causa, geralmente não há riscos para a saúde da mulher, mas é sempre bom procurar um médico que atue na área de ginecologia para tirar qualquer dúvida.
A alergia na vagina pode estar relacionada a uma infecção por fungos, como a candidíase, ou por bactérias, como a vaginose bacteriana, que, além da coceira, costumam vir acompanhadas de um corrimento leitoso, de cor esbranquiçada, amarelada ou acinzentada, com ou sem cheiro.
A alergia também pode ser causada pelo uso de produtos como desodorantes íntimos, duchas vaginais e absorventes internos, que causam irritação na vagina.
Existem também algumas mulheres que são alérgicas aos preservativos com látex e ao sêmen, o que faz com que elas sintam uma forte coceira logo após a relação sexual. A coceira pode chegar a durar até três dias e a mulher pode sentir desconforto e inchaço na região.
Diagnóstico e tratamento da alergia na vagina
Para diagnosticar o que pode causar a alergia na vagina o médico levantará seu histórico familiar de alergias passadas e em quais situações elas foram desencadeadas.
Embora a alergia seja incômoda, na maioria dos casos ela pode ser tratada com pomadas e cremes de uso local e evitando-se o contato com o agente alérgico.
Casos de alergia ao sêmen, por exemplo, podem ser evitados com o uso de preservativos. Já a mulher alérgica ao látex da camisinha deve conversar com seu médico para buscar outros meios de prevenção.
Como cuidar da higiene da vagina
Os médicos recomendam que a higiene seja feita com água, sabonete íntimo sem perfume e usando apenas os dedos. Esponjas ou qualquer outro apetrecho devem ser descartados, pois podem raspar a vulva – parte externa do órgão sexual feminino – e provocar ferimentos.
Os dedos oferecem maior mobilidade na hora da limpeza, o que ajuda a lavar o clitóris e a retirar todo o esmegma, aquele resíduo branco formado pela combinação de células epiteliais, óleo e gordura genital.
Na vulva, os movimentos devem ser leves e circulares. Depois, com os dedos na horizontal, a limpeza deve ser feita da vagina para o ânus, para que não haja contato do material retal com o genital. Uma opção, para quem não conseguir seguir a regra da limpeza três vezes ao dia, é usar lenços umedecidos, mas prefira aqueles sem perfume.
Durante a menstruação, fique atenta para remover os coágulos de sangue que ficam na vulva e troque o absorvente sempre que necessário; evite os absorventes internos.
Assim como a falta de higiene, o excesso de limpeza também pode trazer problemas. Em alguns momentos, como no período menstrual, depois de exercícios físicos e no pós-parto, a limpeza deve ser feita com mais frequência, já que a região fica mais úmida, mas sempre com cuidado, pois trata-se de uma região muito sensível.
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