Inscreva-se para receber
as melhores dicas de saúde.

Prometemos nunca mandar spam

Blog dr.consulta
  • Home
  • Viver bem
  • Saúde de A-Z
  • Saúde mental
  • Saber mais
    • Saúde bucal
    • Saúde da mulher
    • Saúde da criança
    • Saúde do homem
    • Guia geral da saúde
                   Agendar consulta
  • Home
  • Viver bem
  • Saúde de A-Z
  • Saúde mental
  • Saber mais
    • Saúde bucal
    • Saúde da mulher
    • Saúde da criança
    • Saúde do homem
    • Guia geral da saúde
Blog dr.consulta / Saúde da criança / Obesidade Infantil: como controlar a alimentação do seu filho
Saúde da criança

Obesidade Infantil: como controlar a alimentação do seu filho

O aumento progressivo das doenças crônicas não transmissíveis e a sua relação com a dieta da criança em idade...
Avatar de dr.consulta
dr.consulta
03, jul de 2017
8 minutos para ler
Obesidade Infantil: como controlar a alimentação do seu filho

O aumento progressivo das doenças crônicas não transmissíveis e a sua relação com a dieta da criança em idade precoce, fazem com que a atenção também se volte dos excessos na alimentação infantil nos primeiros anos de vida.

Atualmente, a obesidade infantil é a doença nutricional que mais cresce no mundo, resultando no aumento da prevalência de obesidade infanto-juvenil. Ser obeso nessa faixa de idade pode resultar em graves problemas na vida adulta, como doenças respiratórias, coronarianas, hipertensão, complicações ortopédicas e diabetes.

Quanto mais cedo a criança apresenta sinais de obesidade, maiores são as chances de que ela permaneça assim durante a idade adulta. Isto ocorre por que a obesidade infantil aumenta o número de células adiposas, o que poderá dificultar o seu tratamento (Carvalhães, et al, 1998).

dr.consulta botão assinar cartão

A obesidade é classificada de duas formas: a endógena ou primária, que é decorrente de problemas hormonais, e que representa um percentual muito baixo quando comparado à forma exógena (também chamada de nutricional ou secundária), que tem etiologia multicausal.

Na obesidade exógena os fatores etiológicos podem ser: biológicos, hereditários, ambientais e psicológicos. Assim, deve-se avaliar e levar em consideração esses fatores para efetuar o tratamento mais apropriado para esta patologia.

A quem atinge?

  • filhos de pais obesos e gestantes que tiveram ganho de peso excessivo e/ou diabetes gestacional. Estudos revelam que 80% das crianças que têm pais obesos tornam-se obesas. Quando um dos pais é obeso, o risco é de 40% e quando nenhum dos pais é obeso, o risco é de 7%.
  • crianças não amamentadas com leite materno e/ou que tiveram introdução precoce de outros alimentos.
  • crianças em idade escolar ( 7 a 10 anos) que apresentam maus hábitos alimentares associados ou não ao sedentarismo.

Quais os principais fatores de ricos?

  • filhos de pais obesos
  • recém-nascido GIG (Grande para a Idade Gestacional)
  • distúrbios hormonais
  • consumo excessivo de alimentos calóricos (Superalimentação da criança)
  • desmame precoce
  • sedentarismo infantil
  • condições psicológicas desfavoráveis

Quais os fatores que merecem investigação?

  • histórico alimentar (desmame precoce, alimentação complementar inadequada, erros dietéticos como uso excessivo de farinhas e açúcar como complementos energéticos ao leite de vaca, consumo excessivo de alimentos de alta densidade energética durante e entre refeições);
  • sedentarismo infantil.

Como diagnosticar?

  • métodos antropométricos: O índice de Peso por Estatura (P/E) é o mais amplamente utilizado na avaliação da obesidade em crianças, porém apresenta algumas limitações como não diferenciar massa gorda da massa corporal magra.
  • Diagnótico de sobrepeso: P/E entre 110 e 120%
  • Dignóstico de obesidade: P/E > 120%

Outros indicadores antropométricos:

  • avaliação da curva de crescimento do Cartão da Criança (Peso/Idade): criança localizada acima do percentil 97 (NCHS).
  • exames laboratoriais: hormonais associados a exames bioquímicos de lipidograma, glicose e hemograma.
  • história familiar: Determinar a prevalência da obesidade e outros distúrbios de comportamento alimentar entre os familiares (pais, irmãos).

Como tratar?

O tratamento consiste em manter o crescimento e promover a saúde por meio da adoção de modos de vida saudáveis. Intervenção dietética:

Crianças até 6 meses

Manter aleitamento materno exclusivo em livre demanda até os seis meses. Caso já tenha sido introduzida alimentação complementar, ajustar a alimentação ao número de refeições, corrigir erros dietéticos (preparação adequada de leite artificial: ajustar concentração de farináceos ao leite de vaca não modificado, reconstituição adequada de fórmulas infantis, evitar combinação de alimentos de alto valor energético, ex: hortaliças tipo C e cereais); estímulo ao consumo variado de frutas e vegetais, desestimular o uso de açúcar refinado e derivados (doces, geleias, etc.) . (Ministério da Saúde, 2002).

Crianças 6 meses a 1 ano

Orientar à mãe para uma alimentação saudável, mantendo aleitamento materno, se possível, até os dois anos ou mais e oferecendo alimentação complementar equilibrada com base no conceito de grupos de alimentos, ajustando número e composição das refeições e estimulando o consumo de alimentos naturais e saudáveis (frutas, hortaliças, carnes magras, uso de gordura vegetal no preparo dos alimentos, etc) (Ministério da Saúde, 2002).

Crianças de 2 a 10 anos

orientar à mãe para uma alimentação saudável. Evitar excessos de alimentos de alta densidade energética, ricos em carboidratos e lipídios: açúcar, doces em geral, refrigerantes, balas, carnes gordas, frituras, salgadinhos e combinações de alimentos ricos em amido numa mesma refeição (arroz, macarrão, farinha, tubérculos e raízes feculentas).

Estimular o consumo diário de frutas, hortaliças em geral incluindo vegetais folhosos, carnes magras, etc (Ministério da Saúde, 2002)

Outras intervenções importantes:

  • melhorar a autoestima da criança e familiares;
  • estimular a prática de atividades lúdicas que estimulem a atividade física;
  • evitar comer em frente à TV.

Outras intervenções importantes:

  • melhorar a auto-estima da criança e familiares;
  • evitar comer em frente à TV;
  • estimular a prática de atividades física inclusive no âmbito da escola;

Como acompanhar?

  • acompanhamento por meio da curva de crescimento do Cartão da Criança (peso/idade), para crianças de 0 a 6 anos;
  • acompanhamento da evolução do peso e da altura da criança, através do peso/altura e altura/idade em crianças de 6 a 10 anos de idade;
  • monitoramento do consumo alimentar;
  • estimular práticas de lazer que gerem atividade física (pular corda, andar de bicicleta, amarelinha, futebol, etc) e práticas rotineiras para aumentar tal atividade, segundo a faixa etária (andar ao invés de permanecer no colo, subir e descer escadas, acompanhar o adulto em trajetos por caminhadas curtas no lugar da locomoção por veículo, etc.).
  • desestímulo de hábitos promotores do sedentarismo (permanência excessiva em TV, computador, vídeo games, etc.)Agende agora uma consulta com um de nossos endocrinologista pediátrica!

#Endocrinologista Pediatrica#obesidade#Obesidade Infantil
Avatar de dr.consulta

dr.consulta

O dr.consulta nasceu em 2011, na favela de Heliópolis, em São Paulo, com a proposta de fazer uma verdadeira revolução na saúde, oferecendo atendimento acessível e de qualidade para quem não tinha. E esse objetivo de revolucionar o setor nos acompanha todos os dias desde então. Hoje, somos quase mil profissionais em busca das melhores soluções e já atendemos mais de 3 milhões de pacientes em nossos centros médicos espalhados por São Paulo.
Conheça nossos doutores

Deixe seu comentário

Cancelar Resposta

Posts em tendência

  • Gestante no terceiro trimestre com as mãos na barriga, representando sinais iniciais do trabalho de parto

    Sinais de que você está entrando em trabalho de parto

    5 minutos para ler
  • Reunião corporativa sobre saúde no trabalho com apresentação de legislação e ações obrigatórias para colaboradores

    Saúde do colaborador nas empresas: prevenção, novas regras trabalhistas e impacto no absenteísmo

    7 minutos para ler
  • Afta na boca: o que é, causas, sintomas e como aliviar rápido

    5 minutos para ler
  • Médica sorrindo durante consulta com paciente em clínica, demonstrando atendimento humanizado e cuidado com a saúde

    O que acontece quando você ignora uma doença crônica?

    5 minutos para ler

Newsletter

Inscreva-se para receber as melhores dicas para sua saúde
Prometemos nunca te mandar spam

Melhores vídeos

  • dr.consultta - doutor em cuidar de você

    dr.consulta doutor em cuidar de você

    Avatar de dr.consulta
    dr.consulta
    23, ago de 2024
  • Mulher com sinais de transtornos mentais

    Mais da metade dos brasileiros apresentam sinais de transtornos mentais

    Avatar de dr.consulta
    dr.consulta
    21, abr de 2022
  • Homem descobrindo fatos sobre o tabaco

    Saiba tudo sobre o tabaco

    Avatar de dr.consulta
    dr.consulta
    30, maio de 2019

Agendamento

Temos inúmeras especialidades para você agendar consultas e exames de maneira rápida e fácil.

Você também pode gostar de...

Sinais de que você está entrando em trabalho de parto

Sinais de que você está entrando em trabalho de parto

23 horas atrás
Os sinais de trabalho de parto vão além de “a bolsa...
8 minutos para ler
Saúde do colaborador nas empresas: prevenção, novas regras trabalhistas e impacto no absenteísmo

Saúde do colaborador nas empresas: prevenção, novas regras trabalhistas e impacto no absenteísmo

27, abr de 2026
Saúde não é benefício. É base. Sem ela, todo o restante...
8 minutos para ler
Afta na boca: o que é, causas, sintomas e como aliviar rápido

Afta na boca: o que é, causas, sintomas e como aliviar rápido

24, abr de 2026
A afta na boca pode parecer um problema pequeno — mas...
8 minutos para ler
Blog dr.consulta

O dr.consulta tem como missão: ampliar o acesso à saúde de qualidade por meio de informação, consultas, exames e procedimentos, com cuidado e respeito para que as pessoas vivam o seu melhor.

Play Store Icon App Store Icon
Categorias
  • Cartão de desconto
  • Saúde
  • Viver bem
  • Guia Geral da Saúde
  • Bulas
Institucional

O Cartão dr.consulta não é um plano de saúde ou meio de pagamento e sim uma assinatura para descontos administrada pela Yalo (CNPJ 28.757.895/0001-22).

Não atendemos urgências e emergências.

Responsáveis técnicos: Tin Hung Ho (CRM 121.152 SP e RQE 59.727) e Tatiana Estevão Sampaio (CRO 97.095 SP). Imagens extraídas de banco de imagem.

© 2024 - Todos os direitos reservados ao dr.consulta
  • Termos de uso
  • Telefone: 4090-1510