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Blog dr.consulta / Saúde de A-Z / Hormônio folículo estimulante: quando dosar e como interpretar o exame
Saúde de A-Z

Hormônio folículo estimulante: quando dosar e como interpretar o exame

Entenda para que serve o exame do hormônio folículo estimulante, suas indicações e como interpretar os resultados.
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dr.consulta
08, jan de 2026
10 minutos para ler
Hormônio folículo estimulante: quando dosar e como interpretar o exame

O hormônio folículo estimulante, conhecido pela sigla FSH, é peça-chave para o funcionamento dos sistemas reprodutivos de mulheres e homens. Sua dosagem em exames de sangue é um recurso valioso para investigar questões como infertilidade, alterações menstruais e saúde das gônadas. 

No corpo de cada pessoa, a atuação desse hormônio segue padrões e variações que mudam conforme gênero, idade e fase da vida. Saber a hora certa de pedir o exame é parte da rotina de quem busca respostas rápidas e precisas sobre fertilidade e saúde hormonal.

A seguir, entenda o papel do FSH, suas indicações e como interpretar este exame, que pode trazer alívio ou direcionar para novos cuidados!

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O que é o hormônio FSH e qual sua função?

O chamado hormônio folículo estimulante (FSH) é uma glicoproteína produzida pela hipófise, glândula localizada na base do cérebro. Nas mulheres, ele estimula o crescimento dos folículos ovarianos, fundamentais para ovulação e produção de estrogênio. Já nos homens, atua diretamente nos testículos, incentivando a maturação dos espermatozoides.

A regulação desse hormônio segue controles finos entre hipófise, ovários e testículos. Qualquer alteração pode influenciar ciclos menstruais, ovulação, produção de sêmen e até sintomas como ondas de calor ou alterações no desenvolvimento sexual.

Em quais situações o exame de FSH é indicado?

O exame de FSH no sangue costuma ser solicitado em situações específicas, muitas vezes ligadas a sintomas reprodutivos ou suspeita de distúrbios hormonais. Conhecer os principais cenários facilita entender o que pode estar acontecendo:

  • Investigação de infertilidade, tanto no homem quanto na mulher;
  • Avaliação da função ovariana ou testicular;
  • Diagnóstico ou monitoramento da menopausa;
  • Pesquisa da reserva ovariana antes de tratamentos de reprodução assistida;
  • Identificação de puberdade precoce ou tardia em crianças e adolescentes;
  • Acompanhamento de problemas menstruais como amenorreia (ausência de menstruação);
  • Auxílio na investigação de síndromes genéticas que afetam gônadas, como a síndrome de Turner;
  • Monitoramento após tratamentos que possam afetar a hipófise ou as gônadas.

O médico decide o momento certo para pedir a dosagem, de acordo com sintomas, história clínica e outras avaliações laboratoriais ou de imagem.

Como é feito o preparo e a coleta do exame de FSH?

A dosagem do hormônio FSH é realizada por meio de um exame de sangue simples. Não costuma exigir jejum, mas é importante informar ao laboratório sobre uso de medicamentos, principalmente anticoncepcionais, terapias de reposição hormonal ou tratamentos para fertilidade, pois podem alterar o resultado.

Em mulheres, a fase do ciclo menstrual em que o sangue é coletado influencia diretamente o valor do FSH. Por isso, recomenda-se contar os dias a partir do início da menstruação e relatar ao profissional de saúde para correta interpretação. 

Geralmente, a coleta ocorre entre o 2º e o 5º dia do ciclo para fins de investigação de fertilidade, mas pode ser solicitada em outros períodos dependendo do objetivo clínico.

Homens, crianças e adolescentes podem fazer o exame em qualquer fase, salvo orientação específica do médico.

Como interpretar o exame de FSH?

A interpretação dos resultados do exame de FSH depende de alguns fatores:

  • Sexo biológico da pessoa;
  • Idade;
  • Fase do ciclo menstrual (no caso das mulheres);
  • Histórico de sintomas ou tratamentos prévios.

Os valores de referência do FSH variam ligeiramente entre laboratórios, mas geralmente seguem faixas aproximadas:

  • Mulheres na fase folicular (início do ciclo): 3 a 12 mUI/mL;
  • Pico ovulatório: 5 a 20 mUI/mL;
  • Fase lútea (após ovulação): 2 a 9 mUI/mL;
  • Menopausa: acima de 25-30 mUI/mL;
  • Homens adultos: 1 a 10 mUI/mL;
  • Crianças: valores muito baixos, próximos de zero, até o início da puberdade.

É natural sentir empolgação ou apreensão ao ver o resultado do FSH. Resultados acima da faixa podem sugerir falência ovariana (como na menopausa), falência testicular, puberdade precoce ou problemas na comunicação entre hipófise e gônadas. Níveis baixos podem significar insuficiência hipofisária, atraso puberal ou uso de hormônios externos.

Outros hormônios, como LH, estradiol e testosterona, costumam ser avaliados junto ao FSH para um diagnóstico mais confiável. Sempre que possível, é interessante revisar junto de um especialista para entender o que aquele resultado mostra sobre a saúde e orientar os próximos passos.

Qual é a relação do FSH com menopausa, fertilidade e puberdade precoce?

Entre os usos mais conhecidos da dosagem do FSH está o acompanhamento da passagem das mulheres para a menopausa. Com a diminuição da função ovariana, o FSH tende a subir de forma marcante. Muitos médicos consideram FSH persistentemente elevado, acima de 30-40 mUI/mL, um indicativo da chegada desse novo momento da vida feminina.

Nos tratamentos para engravidar, a dosagem deste hormônio ajuda a prever chances de resposta aos estímulos para ovulação e selecionar a abordagem mais adequada. No homem, FSH é termômetro da função testicular: níveis altos podem indicar falência na produção de espermatozoides.

Em crianças, FSH faz parte da investigação de casos em que mudanças físicas da puberdade aparecem antes ou depois da faixa esperada pela idade. Isso permite identificar precocemente tanto quadros benignos quanto doenças que exigem acompanhamento atento.

O exame do hormônio folículo estimulante representa uma ferramenta valiosa para desvendar dúvidas sobre fertilidade, saúde ovariana ou testicular e fases do desenvolvimento. Saber quando dosar e compreender o significado dos resultados é um passo firme em direção ao cuidado integral da saúde reprodutiva. 

Entender mais sobre o hormônio folículo estimulante amplia as possibilidades de agir preventivamente, tomar decisões e buscar a melhor orientação em cada etapa da vida.

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Perguntas frequentes sobre o exame de FSH

O que é o hormônio folículo estimulante?

O FSH é um hormônio produzido pela hipófise e faz parte da regulação dos órgãos reprodutivos. Seu nome vem da função de estimular o desenvolvimento dos folículos nos ovários e maturação dos espermatozoides nos testículos.

Para que serve o exame de FSH?

O exame de FSH serve para investigar infertilidade, avaliar reserva ovariana, função testicular, detectar menopausa e investigar alterações do desenvolvimento, como puberdade precoce ou tardia.

Quais os valores normais do FSH?

Eles variam de acordo com o sexo, idade e fase do ciclo menstrual. Em mulheres, entre 3 e 12 mUI/mL na fase folicular; em homens, de 1 a 10 mUI/mL. Após a menopausa, tende a ficar acima de 25-30 mUI/mL.

Quando devo dosar o FSH?

A dosagem é indicada em casos de suspeita de infertilidade, alterações menstruais, investigação de menopausa ou puberdade fora do tempo esperado, e para avaliar problemas funcionais de ovários ou testículos.

FSH alto ou baixo, o que significa?

Valores elevados podem indicar falência ovariana, menopausa, problemas testiculares ou puberdade precoce. Níveis baixos sugerem alteração na hipófise, uso de hormônios externos ou atraso no desenvolvimento puberal.

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