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Blog dr.consulta / Saúde de A-Z / Febre em criança: como agir, quando se preocupar e tratar
Saúde de A-Z

Febre em criança: como agir, quando se preocupar e tratar

Saiba como identificar e tratar febre em criança, sinais de alerta e quando buscar atendimento médico imediato.
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dr.consulta
12, jan de 2026
10 minutos para ler
Febre em criança: como agir, quando se preocupar e tratar

A febre em criança é um dos motivos mais comuns de preocupação para pais e responsáveis. Afinal, quando o termômetro aponta temperatura elevada, dúvidas sobre riscos, quando procurar atendimento e o que fazer imediatamente invadem a rotina da família.

Ter informações confiáveis e acessíveis sobre saúde infantil faz toda a diferença nessas horas. Projetos como o Dr.consulta, que oferece orientação rápida e preços transparentes, tornam possível enfrentar situações como essas de forma tranquila, priorizando conforto e segurança da criança.

Pensando nisso, este artigo responde às principais perguntas sobre temperatura elevada em pequenos, reforçando quando agir em casa e quando buscar avaliação médica presencial ou por telemedicina!

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O que é febre e por que surge nas crianças?

Quando o corpo detecta alguma ameaça, como vírus ou bactérias, pode aumentar sua própria temperatura para se defender. Medicamente, considera-se febre quando a temperatura corporal atinge 37,8°C ou mais (axilar), sendo o conceito válido para recém-nascidos, bebês e crianças maiores.

A elevação ocorre porque o hipotálamo, região do cérebro que regula a temperatura, recebe sinais para ‘aquecer’ o corpo. Isso atrapalha a multiplicação dos agentes infecciosos e estimula o sistema imunológico a trabalhar mais rápido.

Nem toda febre é sinal de algo grave. Em muitos casos ela representa apenas uma resposta natural do corpo, especialmente em situações do dia a dia infantil.

Quais são as causas mais frequentes da temperatura alta?

Distintos fatores podem provocar aumento da temperatura nos pequenos. Entre os mais comuns estão:

  • Infecções virais: Vírus da gripe, resfriado, bronquiolite, Covid-19 e outras infecções respiratórias são causas bem frequentes. O organismo reage elevando a temperatura para combater o vírus.
  • Infecções bacterianas: Otite, amigdalite, infecção urinária, pneumonia ou até complicações como meningite podem se manifestar inicialmente com febre.
  • Pós-vacinação: É comum crianças apresentarem febre leve e passageira nas primeiras 48h após as vacinas.
  • Desidratação: A falta de líquido pode alterar a regulação térmica corporal, levando a episódios febris.

Outros fatores, como reações alérgicas ou exposição excessiva ao calor, raramente são responsáveis, mas não devem ser ignorados sem avaliação em casos persistentes.

Como avaliar se a febre é preocupante?

A maioria dos episódios de temperatura elevada nas crianças tende a ser autolimitado e sem grandes complicações. Ainda assim, há situações onde a busca por orientação médica deve ser imediata. É sempre importante valorizar a observação cuidadosa do comportamento e de outros sintomas além da própria febre.

Sinais de alerta que merecem atenção especial:

  • Febre igual ou superior a 39°C, principalmente se mantida por mais de 48 horas
  • Convulsão, tremores ou episódios em que a criança “desliga”
  • Confusão, letargia ou sonolência excessiva, dificuldade de acordar
  • Falta de ar, respiração rápida ou sons estranhos ao respirar
  • Recusa total a líquidos ou alimentação
  • Vômitos persistentes e sinais de desidratação (boca seca, choro sem lágrimas, urina escura ou diminuição da produção de urina)

Como agir diante da febre?

O primeiro passo é manter a calma. Utilize um termômetro confiável e avalie a disposição da criança além do número registrado. Se o pequeno estiver ativo, hidratado, aceitando comida e líquidos, pode-se observar por um período em casa.

Medidas simples para cuidar da criança em casa:

  • Ofereça bastante líquido (água, leite materno, sucos naturais)
  • Vista roupas leves e mantenha ambiente ventilado
  • Evite cobertores em excesso, mesmo se houver calafrios, pois isso pode piorar o desconforto térmico
  • Banhos mornos podem ajudar a aliviar, desde que tragam conforto
  • Redobre a observação a cada três a quatro horas e anote temperatura, horários de medicação e sintomas

Não se deve administrar antitérmicos sem indicação, especialmente nos bebês menores de 3 meses. Sempre consulte um pediatra em caso de dúvidas específicas ou nos primeiros meses de vida.

Quando marcar uma consulta médica?

Mesmo diante de quadros brandos, é válido buscar orientação especializada quando houver insegurança, dúvidas não esclarecidas ou histórico de saúde delicado. O Dr.consulta possibilita o agendamento fácil para consultas presenciais ou por videochamada, garantindo diagnóstico seguro e rápido acesso a exames, se necessário.

Consulte imediatamente se você perceber:

  • Febre persistente ou que retorna logo após melhora
  • Descida do estado geral (apatia, prostração, choro inconsolável)
  • Alterações de cor da pele, manchas, roxos
  • Presença de convulsão, desmaio ou confusão mental

A cada passo, observe: a criança mudou de comportamento? A febre está acompanhada de outros sintomas intensos? Priorize sempre a segurança e evite automedicação.

Como é feito o tratamento?

O objetivo é o conforto da criança. Nem sempre é necessário baixar a temperatura logo, a menos que haja desconforto significativo. O uso de medicamentos como paracetamol ou dipirona pode ser orientado pelo pediatra, nunca em dose fora da recomendada nem sem orientação.

No caso de infecções bacterianas, antibióticos só são prescritos após avaliação médica e confirmação do diagnóstico. Hidratação oral e repouso permanecem as principais recomendações para a maioria dos quadros virais.

Febre em criança é motivo de preocupação frequente, mas entender o que ela significa, suas causas e os sinais de alerta ajuda a agir com rapidez e segurança. O acompanhamento atento dos sintomas, aliado a ferramentas acessíveis como as oferecidas pelo Dr.consulta, trazem tranquilidade e confiança para pais e responsáveis.

Ao sinal de sintomas intensos ou persistentes, priorize a avaliação médica presencial ou online. Agende uma consulta com um pediatria no Dr.consulta e cuide da saúde do seu filho com agilidade, atenção e conforto!

Conheça a assinatura dr.consulta

Perguntas frequentes sobre febre em criança

O que é febre alta em criança?

Considera-se febre alta em crianças quando a temperatura corporal atinge 39°C ou mais. Se a febre alta persiste por mais de 48 horas, ou se a criança apresenta outros sintomas graves, é sinal para buscar atendimento médico imediato.

Como identificar febre em bebês?

A medição da temperatura deve ser feita com termômetro, de preferência digital, axilar (na axila) ou retal. Temperatura igual ou superior a 37,8°C já é considerada febre nos bebês. Outros sinais, como irritabilidade, choro persistente, recusa alimentar, extremidades frias e sonolência, podem indicar desconforto.

Quando devo procurar um médico?

A orientação é buscar avaliação médica se a febre durar mais de três dias, for muito alta (acima de 39°C), vier acompanhada de convulsão, letargia, dificuldade para respirar ou recusa total de líquidos/alimentação. Bebês menores de 3 meses com febre devem sempre ser avaliados por um profissional de saúde.

Quais remédios posso dar para febre?

Medicamentos como paracetamol ou dipirona podem ser usados, mas sempre sob orientação médica e com doses corretas conforme a idade e o peso. Bebês pequenos, principalmente menores de 3 meses, exigem avaliação antes de qualquer automedicação.

Febre em criança é sempre perigoso?

Na maioria dos casos, a temperatura elevada é uma resposta natural do organismo a infecções leves e passageiras. Febre, por si só, nem sempre indica gravidade, mas a atenção aos sinais de alerta e à evolução dos sintomas é indispensável para a segurança da criança.

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