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Blog dr.consulta / Viver bem / A importância da imunização e onde se vacinar em São Paulo
Viver bem

A importância da imunização e onde se vacinar em São Paulo

A vacina é considerada o meio de imunização mais eficaz para a prevenção individual e proteção em massa. É...
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dr.consulta
23, maio de 2025
10 minutos para ler
A importância da imunização e onde se vacinar em São Paulo

A vacina é considerada o meio de imunização mais eficaz para a prevenção individual e proteção em massa. É graças aos imunizantes que não ocorrem mais epidemias de diversas doenças comuns do século passado e que as pessoas são menos afetadas, hoje em dia.

A vacina tem o poder de controlar, minimizar e até mesmo combater a disseminação de vírus e bactérias causadores de enfermidades contagiosas como a varíola, por exemplo. 

Como é o processo de imunização pela vacina? 

Pode parecer estranho, mas as vacinas são produzidas a partir dos próprios vírus e bactérias causadores das doenças. 

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Explicamos: os cientistas deixam de usar os vírus e bactérias em sua forma natural e modificam esses microorganismos em laboratórios. O objetivo é inutilizá-los e enfraquecê-los, impedindo assim que provoquem novos casos.

Ao serem introduzidos no nosso organismo por meio da vacina, o sistema imunológico, ao notar o “agente estranho”, desenvolve anticorpos contra o vírus ou a bactéria, criando um processo chamado de memória imunológica. Se por um acaso o indivíduo entrar em contato com o agente infeccioso futuramente, o seu organismo estará preparado para combatê-lo. 

Atualmente, as vacinas também são fabricadas a partir de toxinas ou proteínas derivadas desses microorganismos. Também tem se tornado mais comum as vacinas sintéticas – que simulam a estrutura original do vírus ou da bactéria, estimulando a produção de anticorpos.

É seguro?

Sem dúvidas. Toda e qualquer vacina criada passa antes por avaliações de órgãos públicos responsáveis pela liberação desses imunizante para a população. Aqui no Brasil, este papel é da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

Outro mito é sobre sua a eficiência e as consequências. É esperado que algumas pessoas tenham efeitos colaterais após a aplicação das vacinas. Entretanto, o inconveniente e o mal-estar costumam ser temporários e não representam riscos à vida (diferentemente das doenças que são muito prejudiciais).

Por que a vacinação salva vidas?

Como explicado anteriormente, quando uma pessoa é infectada pela primeira vez por um antígeno (substância estranha ao organismo, como um vírus, por exemplo), o sistema imunológico produz anticorpos (proteínas que atuam como defensoras do organismo) para combater aquele invasor.

Acontece que a produção de anticorpos não é feita na “velocidade suficiente” para prevenir a doença, já que o sistema imunológico “não conhece” aquele invasor. Então, a pessoa fica doente.

Na reincidência, o sistema de proteção está mais preparado e aumenta o nível de proteção – chamada de imunidade. Isso significa que a vacina é sinônimo de imunidade e, portanto, ajuda a proteger vidas.

Quem não toma vacina, não está colocando em risco apenas a própria vida, mas a de todos à sua volta. Doenças infectocontagiosas são rápidas e fáceis de serem transmitidas e representam um perigo para a população quando não são contidas. São exemplos de doenças contagiosas preveníveis ou controláveis por vacinas: febre amarela, gripe, sarampo, caxumba e coqueluche. 

A imunização é tão importante que existe o “Dia Nacional da Imunização”, celebrado anualmente todo dia 09/junho. 

Conheça as vacinas obrigatórias em cada fase da vida

O Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde oferece 19 vacinas gratuitas que protegem contra mais de 20 doenças, abrangendo desde recém-nascidos até idosos, gestantes e povos indígenas. Confira quais são essas vacinas por faixa etária e grupos:

Ao nascer

dr.consulta - bebê sendo vacinado
Imagem ilustrativa (GettyImages)
  • BCG: Dose única;
  • Hepatite B: 1ª dose.

2 meses

  • Pentavalente: 1ª dose (DTP + Hepatite B + Hib);
  • Poliomielite (VIP): 1ª dose;
  • Pneumocócica 10-valente (Pneumo 10): 1ª dose;
  • Rotavírus (VRH): 1ª dose.

3 meses

  • Meningocócica C (conjugada): 1ª dose.

4 meses

  • Pentavalente: 2ª dose (DTP + Hepatite B + Hib);
  • Poliomielite (VIP): 2ª dose;
  • Pneumocócica 10-valente (Pneumo 10): 2ª dose;
  • Rotavírus (VRH): 2ª dose.

5 meses

  • Meningocócica C (conjugada): 2ª dose.

6 meses

  • Pentavalente: 3ª dose (DTP + Hepatite B + Hib);
  • Poliomielite (VIP): 3ª dose;
  • Covid-19: 1ª dose.

7 meses

  • Covid-19: 2ª dose.

9 meses

  • Febre Amarela (FA): 1 dose.

12 meses

  • Pneumocócica 10-valente (Pneumo 10): reforço;
  • Meningocócica C (conjugada): reforço;
  • Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba, Rubéola): 1ª dose.

15 meses

  • DTP (Difteria, Tétano e Coqueluche): 1º reforço;
  • Poliomielite (VIP): reforço.
  • Hepatite A (HA – inativada): 1 dose;
  • Tetra viral (Tríplice Viral + Varicela): 1 dose.

4 anos

  • DTP (Difteria, Tétano e Coqueluche): 2º reforço.
  • Febre Amarela (FA): reforço.
  • Varicela (monovalente): 1 dose.

5 anos

dr.consulta - criança sorrindo após ser vacinada
Imagem ilustrativa (GettyImages)
  • Febre Amarela (FA): 1 dose (caso a criança não tenha recebido as duas doses recomendadas antes de completar 5 anos);
  • Pneumocócica 23-valente (Pneumo 23): 2 doses (a 2ª dose deve ser feita 5 anos após a 1ª dose).

7 anos

  • Difteria e Tétano (dT).

9 e 10 Anos

  • HPV (Papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 – HPV4 – recombinante): dose única.

11 a 14 anos

  • HPV (Papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 – HPV4 – recombinante): para aqueles que não foram vacinados ou sem histórico da doença;
  • Meningocócica ACWY (conjugada): dose única.

Consulte regularmente um pediatra para os demais cuidados com a saúde das crianças:

Agendar pediatra

Adolescentes

dr.consulta - adolescente sendo vacinado
Imagem ilustrativa (GettyImages)
  • Hepatite B (HB – recombinante): a depender da situação vacinal;
  • Difteria e Tétano (dT): a depender da situação vacinal;
  • Febre Amarela (VFA – atenuada): a depender da situação vacinal;
  • Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola): a depender da situação vacinal;
  • HPV (Papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 – HPV4 – recombinante): a depender da situação vacinal.

Adultos e idosos

dr.consulta - homem que tomou vacina, aumento da imunização
Imagem ilustrativa (GettyImages)
  • Hepatite B (HB – recombinante): 3 doses, a depender da situação vacinal;
  • Difteria e Tétano (dT): 3 doses e reforço a cada 10 anos;
  • Febre Amarela: Dose única para não vacinados ou sem comprovante de vacinação (até 59 anos, acima de 60 anos, avaliação caso a caso);
  • Tríplice Viral (SCR): 2 doses até os 29 anos, ou 1 dose para quem tem 30 a 59 anos, a depender da situação vacinal;
  • Pneumocócica 23-valente: 2 doses para idosos a partir de 60 anos em condições especiais, com intervalo de 5 anos entre as doses;
  • Covid-19: 1 dose de reforço a cada 6 meses, para 60 anos ou mais e pessoas em condições especiais.
  • Influenza (Gripe): 1 dose anual para 60 anos ou mais.
Agendar geriatra

Gestantes

dr.consulta - gestante sendo vacinada, imunização
Imagem ilustrativa (GettyImages)
  • Hepatite B: 3 doses, a depender da situação vacinal;
  • Difteria e Tétano (dT): 2 doses, a depender da situação vacinal;
  • dTpa (Difteria, Tétano, Coqueluche acelular): 1 dose a partir da 20ª semana de gestação, e a cada gestação;
  • Covid-19: 1 dose, a cada gestação;
  • Influenza (Gripe): 1 dose, a cada gestação.
Agendar obstetra

Onde se vacinar em São Paulo?

Em São Paulo, o serviço “Busca Saúde” facilita a procura por locais da rede do SUS (Sistema Único de Saúde) mais próximos. A pesquisa é online e gratuita:

dr.consulta - busca são paulo atendimento para vacinação na cidade de São Paulo
Busca Saúde – Cidade de São Paulo

Vacinar-se é um ato de autocuidado e de atenção à saúde do próximo. Mantenha o seu calendário de imunização em dia.

Fontes:

  • Busca Saúde;
  • Instrução Normativa – Calendário Nacional de Vacinação 2025.
  • Ministério da Saúde;
  • Ministério da Saúde;

#anticorpos#calendário de imunização#carteirinha de vacina#Imunidade#Imunização#imunização infantil#proteção das vacinas#Vacinação#vacinas#vacinas em dia
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dr.consulta

O dr.consulta nasceu em 2011, na favela de Heliópolis, em São Paulo, com a proposta de fazer uma verdadeira revolução na saúde, oferecendo atendimento acessível e de qualidade para quem não tinha. E esse objetivo de revolucionar o setor nos acompanha todos os dias desde então. Hoje, somos quase mil profissionais em busca das melhores soluções e já atendemos mais de 3 milhões de pacientes em nossos centros médicos espalhados por São Paulo.
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Comentários

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    […] disso, a prevenção também deve receber destaque sempre, o que inclui a devida imunização capaz de proteger contra a infecção pelo meningococo tipo […]

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  2. Vacinação infantil: o que é preciso saber sobre o assunto | Blog dr.consulta 27/12/2024 às 17:22

    […] e eficácia, ela é descartada. Portanto, todas que estão em uso atualmente são comprovadamente seguras, eficazes e amplamente recomendadas para a proteção de […]

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  6. Virose: sintomas, tratamentos e quando buscar atendimento | Blog dr.consulta 06/01/2026 às 12:00

    […] Vacinas podem ajudar a proteger contra alguns vírus específicos, como influenza e rotavírus. Quando disponíveis, consulte o calendário de vacinação e mantenha a imunização em dia. Para as viroses para as quais não há vacina, a atenção redobrada com a higiene continua sendo a melhor defesa. […]

    Responder

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