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Blog dr.consulta / Saúde de A-Z / Como é a neuralgia do trigêmeo, doença que causa forte dor
Saúde de A-Z

Como é a neuralgia do trigêmeo, doença que causa forte dor

Muitas vezes noticiada como a “pior dor do mundo”, a neuralgia do trigêmeo tem origem em um nervo que...
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dr.consulta
28, dez de 2024
8 minutos para ler
Como é a neuralgia do trigêmeo, doença que causa forte dor

Muitas vezes noticiada como a “pior dor do mundo”, a neuralgia do trigêmeo tem origem em um nervo que percorre o rosto e a cabeça. Na maioria dos casos, é consequência da compressão da estrutura por uma artéria deslocada.

Quem experimenta a sensação desagradável relata ataques de poucos minutos (mas que se repetem ao longo do dia), com dores que se assemelham a pontadas ou choques elétricos.

Como a neuralgia do trigêmeo surge

Toda a informação sensorial (tato e variações da temperatura) da região facial é transmitida para o cérebro por uma complexa rede de tecidos nevrálgicos. Eles ficam sob a pele e se conectam chegando até o órgão principal do sistema nervoso central (SNC).

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Nesse contexto, o trigêmeo é o maior dos nervos da área e se divide em três ramificações – por isso recebe esse nome. Elas vão em direção aos olhos, às bochechas e às mandíbulas.

Quando tem um aumento de pressão, a chamada neuralgia (o nome técnico dado a qualquer dor que atinge um nervo) se manifesta. Antigamente o termo adotado era tique doloroso. A primeira explicação para isso é o estado comprimido do nervo bem na sua raiz (no centro da face) pelo deslocamento de uma artéria que ocupa um espaço próximo.

Há ainda situações em que a resposta pode ser disparada por aneurismas, tumores ou devido à progressão de um quadro de esclerose múltipla. De qualquer maneira, estima-se que cerca de 10% dos casos não têm motivo especificado, de acordo com um guia sobre o tema publicado na revista Practical Neurology.

A neuralgia do trigêmeo é relativamente rara. Na prática, isso significa que em um grupo de 100 mil pessoas, entre 4 e 30 terão tal disfunção. Por outro lado, os dados mostram que mulheres são mais suscetíveis, sendo vítimas de três episódios para cada um que ocorre com homens.

O risco parece aumentar à medida que a idade avança, sendo mais frequente após os 50 anos. Porém, tal constatação não garante que adultos mais jovens estejam imunes. Na lista dos fatores de risco estão:

  • hipertensão arterial;
  • histórico de alterações vasculares; 
  • carga hereditária e a presença de casos similares na família.

Os 3 tipos de neuralgia do trigêmeo

Cada caso é classificado justamente conforme a causa por trás da queixa. Portanto, os quadros podem ser identificados como:

  1. clássico, que responde pela grande parcela dos (mais de 75%) e tem relação com o incômodo ao nervo;
  2. secundário, quando a dor é derivada de outra condição de saúde (câncer, esclerose múltipla etc.);
  3. idiopático, em que não há esclarecimento do que disparou a resposta dolorosa.

Quem desconfia desse tipo de condição deve buscar um neurologista, que é o especialista capacitado para analisar o comprometimento do nervo trigêmeo:

Agendar neurologista

As características dessa forte dor

Os dizem que a neuralgia é “paroxística”, indo e voltando como um choque ou uma espetada durante aproximadamente dois minutos.

Esse ciclo de dor e alívio se repete por até uma centena de vezes em 24 horas e, apesar de não existir um padrão, a dor pode ser iniciada instantaneamente a partir de movimentos simples como tocar a pele da face, mastigar, falar ou mesmo escovar os dentes.

Outro ponto relevante e que pode indicar a doença é que, quase sempre, a neuralgia do trigêmeo afeta somente um lado. Boa parte dos pacientes, inclusive, indica que o lado direito da face é mais atingido. Circunstâncias em que a dor se torna bilateral, ou seja, atinge os dois lados, são incomuns.

dr.consulta - mulher branca jovem com dor de cabeça, sintoma da neuralgia de trigêmeo
Imagem ilustrativa (GettyImages)

Junto à dor, podem surgir ainda a sensação de formigamento ou adormecimento na face que trazem a impressão de “queimação”. Por afetar uma parte importante do organismo, a condição pode comprometer a fala e a função básica de comer, por exemplo, resultando em prejuízos na qualidade de vida.

Apesar de não ser considerada frequente, esse é o tipo de condição que exige acompanhamento contínuo e multidisciplinar. Com a assinatura do Cartão dr.consulta, que é focado em benefícios em saúde, você e até mais quatro pessoas têm descontos em consultas, exames e outras exclusividades:

Assinar o Cartão dr.consulta

Diagnóstico

Para o diagnóstico correto, o neurologista consultado inicia a avaliação descartando outros quadros que podem ser responsáveis por sintomas similares, como:

  • complicações odontológicas (abscessos, inflamações e sensibilidade dentária);
  • alterações nos sinus (estruturas faciais por onde o ar passa depois de entrar pelo nariz, cuja inflamação explica a sinusite);
  • condições que afetam as glândulas salivares; 
  • disfunções temporomandibulares; 
  • outras dores com origem neuropática (que prejudicam outros nervos);
  • enxaquecas; 
  • tipos raros de dor de cabeça.

Exames como a tomografia do crânio, ressonância magnética do crânio ou ainda a angiorressonância magnética cerebral podem ser solicitados.

Perspectivas de melhoras com os tratamentos indicados

Para aliviar as fortes dores e demais sintomas causados por essa doença são normalmente prescritos medicamentos contínuos, utilizados em outras condições neurológicas e psiquiátricas, como os anticonvulsivantes, cujo uso é comum no tratamento de epilepsias. Determinados antidepressivos são igualmente eficientes. 

O uso deve ser feito com acompanhamento profissional. Assim, é possível monitorar possíveis efeitos colaterais. A boa notícia é que essas substâncias conseguem controlar cerca de 90% dos episódios a longo prazo.

Durante as crises muito intensas, o médico pode orientar ainda a adoção de “medicamentos de resgate”, com ação mais imediata.

Alternativas cirúrgicas

Se a resposta à terapia convencional é insatisfatória, a neuralgia do trigêmeo pode ser tratada com procedimentos que interferem diretamente na estrutura do nervo, como a cirurgia para aliviar a pressão provocada pela artéria anormal.

Métodos mais modernos envolvem o emprego de ondas de radiofrequência ou radiação para provocar lesões controladas no nervo. Com isso, é esperado que ele deixe de transmitir impulsos. Possíveis efeitos adversos (como a perda de sensibilidade local) devem ser considerados antes da decisão. 

Fontes:

  • American Association of Neurological Surgeons;
  • Biblioteca Virtual em Saúde;
  • International Headache Society;
  • Practical Neurology;
  • Neural Regeneration Reaserch.


#Dor#dor de cabeça#dor forte de cabeça#enxaqueca#nervo trigêmeo#Neurologista#tratamento da neuralgia
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O dr.consulta nasceu em 2011, na favela de Heliópolis, em São Paulo, com a proposta de fazer uma verdadeira revolução na saúde, oferecendo atendimento acessível e de qualidade para quem não tinha. E esse objetivo de revolucionar o setor nos acompanha todos os dias desde então. Hoje, somos quase mil profissionais em busca das melhores soluções e já atendemos mais de 3 milhões de pacientes em nossos centros médicos espalhados por São Paulo.
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Comentários

  1. Robson de Paula Mendes 28/12/2024 às 20:53

    Meu pai vem sofrendo com “fores” “choques” na região supraorbitária direita, há algum tempo, já fomos só neuro, em minha cidade que prescreveu tratamento farmacológico com tegredol + ibuprofeno, todavia não tem resolvido muito, a cerca de um mês deu início no tratamento.há algo mais a ser feito?
    Obrigado

    Responder
  2. Entenda a fibromialgia e seus impactos no bem-estar | Blog dr.consulta 29/08/2025 às 10:43

    […] considera-se a hipótese de sensibilização dos mecanismos de regulação da dor. Isso significaria que o sistema nervoso tem dificuldade em processá-la adequadamente, gerando […]

    Responder

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