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Blog dr.consulta / Saúde da mulher / Vaginite é comum, mas precisa de tratamento. Saiba tudo
Saúde da mulher

Vaginite é comum, mas precisa de tratamento. Saiba tudo

Muito comum em mulheres de todas as faixas etárias e com impacto significativo na qualidade de vida e bem-estar,...
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dr.consulta
07, maio de 2025
6 minutos para ler
Vaginite é comum, mas precisa de tratamento. Saiba tudo

Muito comum em mulheres de todas as faixas etárias e com impacto significativo na qualidade de vida e bem-estar, a vaginite é uma inflamação que afeta a mucosa vaginal, estando entre uma das razões mais frequentes para consultas ginecológicas.

Diversos eventos estão envolvidos no desenvolvimento da condição, por isso, é essencial o conhecimento sobre seus tipos, causas e abordagens terapêuticas.

Microbiota natural é um fator determinante da vaginite

A região interna da vulva é naturalmente habitada por microrganismos benéficos, especialmente os lactobacilos, que ajudam a manter um pH ácido, inibindo o crescimento de agentes nocivos. 

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No entanto, algumas situações podem interferir nessa harmonia, favorecendo uma proliferação atípica e abrindo portas para várias enfermidades, a exemplo da própria vaginite. São elas:

  • alterações hormonais (principalmente após a menopausa);
  • uso indiscriminado de antibióticos;
  • práticas sexuais;
  • utilização constante de duchas vaginais, produtos perfumados, roupas muito apertadas ou sintéticas.

Um sistema imunológico debilitado prejudica a capacidade do corpo de manter a saúde da região íntima, tornando o organismo mais suscetível a inflamações crônicas e diferentes infecções, como as sexualmente transmissíveis (incluindo o HIV).

Nesse cenário, o Cartão dr.consulta surge como uma solução prática para quem busca assistência contínua e cuidado de qualidade. Com a assinatura, é possível realizar consultas presenciais com clínico geral, acessar especialistas de todas as áreas e contar com 30% de desconto em exames.

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Principais formas e manifestações da vaginite

dr.consultas - Mulher com as mãos na região íntima, demonstrando desconforto causado pela vaginite
Imagem ilustrativa (GettyImages)

Os sintomas que acometem a região genital podem variar conforme o agente causador, sendo a presença de um corrimento anormal o mais característico. Entre os tipos da condição e seus sinais estão:

Vaginose bacteriana

Ocorre pelo aumento de bactérias anaeróbias, como a Gardnerella vaginalis. Na vaginose bacteriana, o fluido íntimo costuma ter cheiro forte, descrito como semelhante a peixe.

Candidíase

Provocada principalmente pela levedura Candida albicans, apresenta secreção esbranquiçada e espessa (semelhante a leite coalhado), além de coceira intensa e irritação local.

Tricomoníase

Responsável por um líquido amarelado ou esverdeado, espumoso, acompanhado de odor desagradável e ardência, a tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST) ocasionada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. 

Vaginite inflamatória descamativa

Quadro menos frequente e de origem desconhecida, mas acredita-se em um desequilíbrio ligado a fatores imunológicos. Streptococcus do grupo B e Escherichia coli são microrganismos associados. Nela, o corrimento é purulento e vem junto de um incômodo acentuado. 

Vaginite atrófica

Comum após a menopausa devido à diminuição do estrogênio, que torna a mucosa da área mais fina, frágil e suscetível a inflamações. Se manifesta por meio de secura vaginal, desconforto durante as relações sexuais, sensação de queimação e, por vezes, um fluido com pus.

Testes para identificar a vaginite

Caso a pessoa note qualquer sinal mencionado, é imprescindível buscar ajuda de um profissional de saúde para determinar o tipo correto da enfermidade.

A confirmação do diagnóstico exige avaliação clínica detalhada, incluindo análise física (exame pélvico ou Papanicolau), coleta de secreção e procedimentos laboratoriais, como a microscopia a fresco, a medição do pH e o teste de aminas. 

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Abordagens de tratamento

Considera-se sempre o histórico, a forma da vaginite e a intensidade dos sintomas para providenciar um acompanhamento individualizado. Mas vale ressaltar que, se há recorrências, uma investigação mais profunda pode ser necessária.

Infecções por fungos, como a candidíase, são tratadas com antifúngicos, enquanto as bacterianas requerem antibióticos específicos. Uma reposição local de estrogênio é indicada para a atrófica. Já a inflamatória descamativa leva geralmente a combinação de antimicrobianos e anti-inflamatórios.

Quando a causa é somente alérgica, recomenda-se evitar o contato com o fator desencadeante, como roupas justas ou produtos perfumados. 

De forma geral, também é fundamental realizar uma higiene adequada com sabonete hipoalergênico. A limpeza deve ser feita delicadamente, abrangendo púbis (onde nascem os pelos), vulva, coxas, região perianal e os lábios genitais. Após lavar, enxaguar bem e secar com toalha limpa.

Manter a saúde íntima em equilíbrio é um processo que envolve atenção, escolhas conscientes e, sempre que necessário, suporte especializado. Assim, é possível garantir um cuidado integral e uma vida mais saudável e confortável.

Fontes: 

  • Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo);
  • Johns Hopkins Medicine;
  • NHS;
  • NIH;
  • The American College of Obstetricians and Gynecologists.

#ardência íntima#candidíase#ginecologista#inflamação vaginal#prevenção vaginite#saúde íntima#sintomas vaginite#Tricomoníase
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O dr.consulta nasceu em 2011, na favela de Heliópolis, em São Paulo, com a proposta de fazer uma verdadeira revolução na saúde, oferecendo atendimento acessível e de qualidade para quem não tinha. E esse objetivo de revolucionar o setor nos acompanha todos os dias desde então. Hoje, somos quase mil profissionais em busca das melhores soluções e já atendemos mais de 3 milhões de pacientes em nossos centros médicos espalhados por São Paulo.
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Comentários

  1. Berenice 20/05/2019 às 21:54

    Amei as informaçoes pois, comecei um tramento com orientação médica ,o qual, me receitou antifúnjicos via oral e creme vaginal

    Responder
    • Pamela Araujo 21/05/2019 às 15:22

      Olá,Berenice! Tudo bem? Que bom que você gostou 🙂 Acompanhe sempre nossas matérias, para se manter cada vez mais informada 😉 Abraço.

      Responder
  2. Carla 27/09/2019 às 07:42

    Bom dia. Tenho uma duvida. Minha sobrinha estava conversando comigo e se queixou de corrimento esbranquiçado/ amarelado. Ela é adolescente e ainda não teve relações sexuais, então acredito que não seja uma DST. Não apresenta outros sintomas como coceira, vermelhidão, dor, etc, então acho difícil que seja candidíase. O corrimento é perene, ela disse que nem lembra quando começou. O que pode ser isso?

    Responder
  3. Sheila Green 14/02/2020 às 21:12

    Olá gostei muito das explicações tirei muitas dúvidas obrigada bjs

    Responder
  4. Érica da Cruz Ramos 11/04/2023 às 08:08

    A explicação estava excelente, tirei toda minha dúvida ??

    Responder
    • biancasantander 11/04/2023 às 13:45

      Continue sempre nos acompanhando! ??

      Responder

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