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Blog dr.consulta / Saúde de A-Z / Como é feito o diagnóstico da malária?
Saúde de A-Z

Como é feito o diagnóstico da malária?

Caracterizada como uma condição de potencial grave, a malária é uma doença febril. Ela é endêmica, ou seja, mais...
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dr.consulta
03, jan de 2024
10 minutos para ler
Como é feito o diagnóstico da malária?

Caracterizada como uma condição de potencial grave, a malária é uma doença febril. Ela é endêmica, ou seja, mais predominante em certas regiões, como a região amazônica aqui no Brasil.

A área, composta pelos estados Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, concentra aproximadamente 99% dos casos.

No entanto, pessoas que moram nos demais estados (região extra-amazônica), incluindo litorais, também devem ter cuidado, pois a doença pode ser teletransportada para outros locais por meio de uma pessoa infectada.

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Nos últimos meses de 2023, por exemplo, foram registrados 2 casos de malária na região do Alto Tietê, em São Paulo.

Por isso, compreender os sintomas e saber como é feito o diagnóstico da malária é uma maneira de diminuir a sua disseminação e a contaminação indireta. Saiba mais!

Como é feito o diagnóstico da malária?

Ao observar os primeiros sintomas é recomendado buscar auxílio médico. Os sinais mais comuns e que podem confirmar o diagnóstico da malária são:

  • febre alta;
  • sudorese;
  • dor de cabeça;
  • tremores intensos por todo corpo (diferente de um simples calafrio).

Antes desses sintomas aparecerem, a pessoa também pode sentir enjoo, vômitos, cansaço e falta de apetite.

Na forma grave, a doença infecciosa pode ter outros sintomas, como:

  • hemorragias;
  • convulsões;
  • alteração ou perda da consciência;
  • dificuldade de respirar (dispneia) ou excesso de oxigênio nos pulmões (hiperventilação);
  • pressão baixa ou choque, que é quando a quantidade de oxigênio fornecida para os órgãos é reduzida

Por serem facilmente confundidos com os sintomas de outras doenças como a Chikungunya, dengue e Zika, os infectologistas orientam ainda para que sejam feitos um dos exames clínicos para maior precisão:

1 – Exames de lâmina

Neste tipo de exame, que também é chamado de gota espessa (grossa) ou esfregaço espesso, uma gota de sangue é avaliada microscopicamente para detectar a possível presença do protozoário.

Esse procedimento não é invasivo e é praticamente indolor, uma vez que a gota é obtida a partir de um pequeno furo no dedo do paciente.

Também pode ser realizado o esfregaço delgado, embora menos indicado, por ter baixa sensibilidade. Apesar disso, ele tem a vantagem diferenciar as 4 espécies de Plasmodium (protozoário parasita) que causam a doença: P. falciparum, P. vivax, P. malariae e P. ovale — essa, de transmissão natural apenas na África.

Cada uma delas apresenta características morfológicas distintas e provoca alterações diferentes nos glóbulos vermelhos infectados.

2 – Teste rápido

No teste rápido, o exame de diagnóstico foca na identificação de proteínas liberadas no sangue do paciente pelo protozoário.

A pessoa que contrai a doença também pode ter:

  • dor abdominal;
  • falta de apetite;
  • diarreia;
  • vômito.

Nestes casos, é preciso acompanhamento médico mais frequente, já que, dependendo do tipo de malária, os sintomas podem se repetir, normalmente a cada dois ou três dias, em média.

Existe vacina contra malária?

A resposta é não e sim. Isso, porque não existe ainda vacina contra a malária no Brasil, mas já existem dois imunizantes aprovados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para uso em zonas endêmicas com alta transmissão do Plasmodium falciparum, o mais letal causador da doença: a R21/MatrixM, de 2023, e a RTS,S, de 2021.

Aqui no País, o protozoário mais comum é o Plasmodium vivax. Assim, como são situações epidemiológicas diferentes, as vacinas não são úteis para a população brasileira. Mas é importante ressaltar que já estão sendo realizados estudos para desenvolver uma vacina que combata este protozoário.

Como a malária é transmitida?

dr.consulta - mosquito transmissor da malária, diagnóstico da malária, transmissão
Imagem ilustrativa (GettyImages)

A malária é transmitida pela picada das fêmeas do mosquito contaminado (do gênero Anopheles — conhecido como mosquito-prego). É uma doença parasitária e não viral, assim como a dengue.

Após a picada, os parasitas se instalam no fígado e se multiplicam rapidamente. Já na corrente sanguínea, invadem os glóbulos vermelhos do sangue e passam a destruí-los e, por isso, desencadeia os primeiros sintomas da doença.

A transmissão da malária também pode ocorrer de forma indireta, como:

  • a partir da transfusão de sangue (contaminado com o plasmódio);
  • pelo compartilhamento de seringas;
  • acidentalmente pelo contato com agulhas ou materiais contaminados;
  • pela transmissão congênita (placenta) ou neonatal.

A preocupação maior é com as crianças, mulheres grávidas, pessoas idosas ou mais debilitadas e em tratamento de outras enfermidades, mas é preciso lembrar que essa doença “não escolhe” idade, cor ou raça.

Qualquer pessoa, ao ser infectada pela primeira vez, pode desenvolver quadro mais graves da malária e sintomas mais severos, como perda da consciência e convulsões, citados anteriormente.

Importante: o diagnóstico precoce serve para identificar a malária e reduzir o risco de complicações, bem como a contenção da própria transmissão.

Na dúvida, consulte um clínico geral ou infectologista para ter as orientações de saúde necessárias. Aqui no dr.consulta você conta com acesso facilitado às consultas e exames, podendo pagar os valores com desconto. Conheça todas as vantagens da assinatura do Cartão dr.consulta:

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6 principais formas de prevenção

O mosquito transmissor é encontrado em áreas como beiras de rios e áreas alagadas. Se não puder evitar essas regiões, adote medidas preventivas — que podem ser individuais ou coletivas. Por mais simples que possam parecer, são efetivas e podem ajuda no combate a essa doença:

  1. use roupas que protejam pernas e braços, principalmente entre o final da tarde e início do dia, onde os criadouros desses insetos ficam mais cheios;
  2. utilize repelentes e espirre também nas roupas, como forma de proteção adicional;
  3. isole as áreas onde você dorme, ou descansa, com telas protetoras ou mosquiteiros e, quando possível, aplique inseticidas específicos para ampliar a barreira de proteção;
  4. faça drenagens e pequenas obras de saneamento para eliminar os criadouros do mosquito;
  5. distribua mosquiteiros impregnados com inseticidas às populações vulneráveis;
  6. melhore as condições de moradia e de trabalho, se estiver ao seu alcance, para evitar o contato direto de outras pessoas com os criadouros desse inseto.

E lembre-se: se estiver na dúvida e precisar de mais orientações sobre a malária, procure ajuda médica. Aqui no dr.consulta você tem acesso a profissionais da saúde especializados que querem te ajudar a cuidar da sua saúde: são mais de 60 especialidades e milhares de exames, além de vacinas e check-ups.

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Fontes:

  • Como é feito o diagnóstico da malária? | Fiocruz
  • Esfregaço delgado | Ministério da Saúde
  • OMS anuncia recomendação de vacina contra malária eficaz e mais barata | Sociedade Brasileira de Medicina Tropical
  • Bases do diagnóstico microscópico da malária | Organização Pan-Americana da Saúde
  • Vacinas para malária não são úteis no Brasil e destacam importância do desenvolvimento nacional de imunizantes | Associação médica brasileira
  • São Paulo tem dois registros de infecção por malária | Agência Brasil

#doenças transmitidas por mosquitos#infectologistas#Malária
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Comentários

  1. 7 doenças transmitidas por mosquitos e como preveni-las  | Blog dr.consulta 25/02/2025 às 15:51

    […] malária; […]

    Responder
  2. Descubra o que deixa pele e olhos amarelos | Blog dr.consulta 05/06/2025 às 16:30

    […] malária – desencadeada pelo protozoário Plasmodium e na qual há intensa ruptura de glóbulos vermelhos. Pele e olhos amarelados podem indicar a evolução do quadro com desenvolvimento de anemia severa ou disfunção hepática, de acordo com o Ministério da Saúde; […]

    Responder

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