Falta de Libido: causas, sintomas e quando buscar ajuda
Perceber uma queda no desejo sexual é mais comum do que parece, e não costuma ter uma única explicação. A libido é influenciada por hormônios, mas também por sono, rotina, emoções e pela qualidade do relacionamento, por isso, entender o que está por trás dela costuma exigir olhar para o conjunto, não para um fator isolado.
Se você tem notado essa mudança em você ou no seu parceiro ou parceira, veja a seguir o que pode explicar esse comportamento e quando vale a pena conversar com um profissional sobre o assunto.
O que é a falta de libido
A libido é o nome dado ao desejo sexual, e sua queda pode acontecer tanto em homens quanto em mulheres. Ela costuma ser classificada de duas formas:
- Primária: quando a pessoa nunca teve um desejo sexual muito presente.
- Secundária: quando o desejo existia e foi diminuindo ao longo do tempo.
O principal hormônio ligado ao desejo sexual é a testosterona, presente tanto em homens quanto em mulheres, ainda que em proporções diferentes. Mas reduzir a libido apenas a uma questão hormonal seria simplificar demais: aspectos emocionais, o momento de vida e a relação com o parceiro têm peso relevante nesse processo.
Como a falta de libido se manifesta em homens
Nos homens, a queda do desejo costuma vir acompanhada de outras questões, como ejaculação precoce ou dificuldade de manter a ereção. Quando isso acontece, o momento íntimo pode passar a gerar tensão em vez de prazer, o que por si só já reduz o interesse pelo sexo.
Como a falta de libido se manifesta em mulheres
Já nas mulheres, a queda de desejo costuma estar associada a outras questões sexuais, como:
- ausência de orgasmo (anorgasmia);
- contração involuntária da musculatura vaginal (vaginismo);
- dor durante a relação sexual (dispareunia);
- diferença de desejo entre os parceiros.
Fatores emocionais e do dia a dia, como rotina cansativa, estresse ou a chamada “monotonia conjugal” aparecem com frequência entre as causas relatadas nesses atendimentos, sendo mais comuns do que causas exclusivamente hormonais.
Vale lembrar também que a libido feminina naturalmente varia ao longo do ciclo menstrual: no período fértil, por exemplo, os níveis de testosterona produzidos pelos ovários tendem a estar mais altos, o que pode aumentar o desejo sexual nesse intervalo.
Principais causas da falta de libido
A queda no desejo sexual raramente tem uma causa única. Na maioria das vezes, ela resulta da combinação de fatores hormonais, físicos, emocionais e do relacionamento, por isso a avaliação médica costuma olhar para o quadro como um todo, e não para um único exame.
Fatores hormonais Quedas nos níveis de estrogênio, como as que acontecem na menopausa, em situações de ausência prolongada de menstruação por causas hormonais ou pelo uso de alguns tratamentos antiestrogênicos, costumam vir acompanhadas de outros sinais, como ondas de calor, alterações do sono, mudanças de humor ou ressecamento vaginal, e podem contribuir para a queda de desejo. Alterações endócrinas como insuficiência adrenal, diabetes e síndrome dos ovários policísticos também entram nessa lista. Nos homens, o aumento da prolactina e o hipogonadismo (baixa produção de testosterona) têm impacto direto sobre o desejo sexual.
Uso de determinados medicamentos
Alguns medicamentos de uso comum podem influenciar a libido em parte das pessoas que os utilizam, entre eles:
- antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS);
- antipsicóticos;
- medicamentos para pressão alta, principalmente betabloqueadores e alfabloqueadores;
- opioides, usados no controle de dor;
- alguns anticonvulsivantes;
- anticoncepcionais orais combinados;
- medicamentos usados para queda capilar ou hiperplasia prostática, como os inibidores da 5-alfa-redutase.
Isso não significa que todo mundo que usa esses medicamentos terá queda de libido, e nenhuma alteração de tratamento deve ser feita sem orientação do médico responsável pela prescrição.
Condições médicas
Doenças crônicas, em especial as que causam dor persistente ou limitam a mobilidade, condições de saúde mental, prolapso de órgãos pélvicos e tratamentos oncológicos também podem estar associados à queda de desejo sexual.
Fatores psicossociais
Dificuldades no relacionamento, autoimagem negativa, vivências de abuso, estresse do dia a dia, crenças culturais sobre sexualidade, sintomas de depressão e o uso de álcool ou outras substâncias fazem parte desse grupo de causas e, na prática clínica, costumam ser tão relevantes quanto as causas hormonais.
Fatores modificáveis do dia a dia
Alguns pontos simples, mas frequentemente esquecidos, também interferem no desejo sexual: qualidade do sono, níveis de estresse, mudanças na imagem corporal ou no peso, período de gravidez ou amamentação, rotina sedentária, tédio na vida sexual e sobrecarga no trabalho.
Falta de libido é o mesmo que impotência sexual?
Não. São situações diferentes:
- Na falta de libido, o que diminui é o próprio interesse pela relação sexual.
- Na disfunção erétil (impotência), o desejo existe, mas o homem tem dificuldade para manter a ereção durante o ato.
Como as duas situações podem se confundir, uma avaliação médica é o caminho mais indicado para identificar corretamente qual delas está acontecendo — e, a partir disso, definir a conduta mais adequada.
Como o diagnóstico costuma ser feito
Não existe um exame único capaz de apontar a causa da falta de libido. A avaliação é, antes de tudo, clínica: o médico investiga histórico de saúde, uso de medicamentos, hábitos de vida e aspectos emocionais, e só solicita exames laboratoriais quando a história ou o exame físico indicam necessidade.
Quando a queda de desejo é persistente e causa incômodo, ela pode se enquadrar no que a literatura médica chama de transtorno do desejo sexual hipoativo (TDSH). Para essa classificação, alguns critérios costumam ser considerados:
- ausência ou diminuição da motivação para atividade sexual, seja de forma espontânea ou em resposta a estímulos;
- dificuldade de manter o interesse durante a atividade sexual;
- duração de pelo menos seis meses;
- sofrimento pessoal associado a essa mudança;
- exclusão de outras causas médicas, psiquiátricas, de relacionamento ou relacionadas a medicamentos.
Dependendo do quadro, mais de uma especialidade pode ser envolvida na avaliação, como ginecologia, urologia, endocrinologia ou psiquiatria.
Como é o tratamento
O tratamento é sempre individualizado e considera o conjunto de fatores hormonais, físicos e emocionais envolvidos, não existe uma conduta única para todos os casos.
- Abordagens não medicamentosas Costumam ser o primeiro passo e incluem orientação sobre os fatores modificáveis já citados, terapia sexual (que pode envolver técnicas comportamentais, terapia cognitivo-comportamental ou mindfulness) e aconselhamento sobre o relacionamento, quando esse for um fator relevante.
- Abordagens medicamentosas Em alguns casos, o médico pode considerar o uso de medicamentos, sempre após avaliação individual e explicando riscos e benefícios. Existem, por exemplo, medicamentos aprovados especificamente para o tratamento do desejo sexual hipoativo em mulheres na pré-menopausa, com eficácia considerada modesta e possíveis efeitos colaterais, como tontura, sonolência ou náusea. Já na pós-menopausa, a reposição de testosterona é usada há décadas de forma off-label, com estudos mostrando algum benefício e segurança em curto prazo, sempre sob acompanhamento médico. Quando o desconforto durante a relação está ligado à queda de estrogênio, também existem opções tópicas específicas para essa finalidade.
Nenhuma dessas opções deve ser iniciada por conta própria: a escolha do tratamento, a dose e o tempo de uso são definidos pelo médico, de acordo com a causa identificada e o histórico de cada pessoa.
O que pode ajudar no dia a dia
Algumas mudanças de hábito costumam contribuir para o bem-estar sexual, embora não substituam uma avaliação médica quando a queda de desejo persiste:
- Praticar atividade física com regularidade, o que favorece disposição, autoestima e a liberação de hormônios ligados ao bem-estar.
- Usar lubrificante íntimo à base de água, quando o desconforto durante a relação for um fator relevante.
- Conhecer o próprio corpo e comunicar ao parceiro ou parceira quais toques e carícias são mais prazerosos.
- Cuidar da saúde emocional, buscando apoio psicológico quando o desgaste emocional parecer estar por trás da queda de desejo.
Possíveis complicações quando o tema não é conversado
Quando a falta de libido persiste sem ser abordada, é comum que isso gere desgaste na relação e, em alguns casos, reforce quadros de ansiedade ou baixa autoestima. Por isso, tratar o assunto com abertura em casa e, se necessário, com um profissional, tende a evitar que o problema se estenda por mais tempo.
Quando procurar atendimento médico
Vale considerar uma avaliação quando a queda de desejo:
- persiste por mais de seis meses;
- vem acompanhada de outros sintomas, como dor durante a relação ou dificuldade de ereção;
- está gerando sofrimento pessoal ou impacto no relacionamento.
Uma avaliação com ginecologista, urologista, endocrinologista, psiquiatra ou psicólogo — a depender do caso — ajuda a entender a origem da queda de desejo e qual conduta é mais indicada, que pode incluir reposição hormonal (quando há indicação após exames), acompanhamento psicológico ou ajustes em tratamentos já em uso. deve ser respeitada na sua individualidade e no seu momento.
Perguntas frequentes
Falta de libido tem cura? Depende da causa. Quando identificada e tratada, seja um ajuste hormonal, emocional ou de medicação, muitas pessoas percebem melhora no desejo sexual ao longo do acompanhamento.
Falta de libido é sinal de menopausa? Pode estar relacionada, já que a queda de hormônios nesse período costuma influenciar o desejo sexual. Mas outras causas também devem ser consideradas antes de qualquer conclusão.
Estresse pode causar falta de libido? Sim. O estresse e o cansaço do dia a dia estão entre as causas mais comuns de queda de desejo sexual relatadas em atendimentos de saúde sexual.
Preciso me preocupar se meu desejo sexual variar ao longo do tempo? Nem sempre. Pequenas oscilações são esperadas. A atenção deve ser maior quando a queda persiste por vários meses ou gera desconforto pessoal ou no relacionamento.
Como o médico identifica se é realmente um caso de falta de libido persistente? De forma geral, o médico considera a queda ou ausência de interesse sexual por pelo menos seis meses, associada a sofrimento pessoal, depois de descartar outras causas médicas, emocionais, de relacionamento ou relacionadas a medicamentos em uso.
Existe remédio para falta de libido? Existem algumas opções medicamentosas estudadas para casos específicos, com eficácia considerada modesta e possíveis efeitos colaterais. Elas só devem ser usadas mediante avaliação e prescrição médica individualizada, nunca por conta própria.
Se você percebe uma queda persistente no desejo sexual ou tem dúvidas sobre o que pode estar causando isso, uma avaliação médica pode ajudar a entender melhor o seu caso.
Este conteúdo tem caráter informativo e educacional, não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado.
Não tenho mais ereção nem desejo sexual
Oi, Daniel! Seria interessante você procurar um médico especialista pra uma avaliação médica!
Tenho desejo sexual fico com tesão na hora depois desanimo não consigo me concentrar mais.
Queria saber por que a falta de libido é tratada sempre como um problema que deve ser combatido e nunca como uma escolha das pessoas.
Não tenho desejo sexual a 5 anos des quando tive gêmeos o estresse e tanto que não consigo sentir nada
Olá, Katya! Procure um profissional no assunto, para melhor orienta-la!
To saindo com uma pessoa a um mês mais não consigo sentir nada na hora tenho que fingir que to sentindo alguma coisa porque gosto dele o que devo fazer
Olá, Beatriz! Tudo bem? Passe com um profissional, nesses casos você deve entender primeiro o que está acontecendo com seu corpo, para depois achar uma solução!
Falta de libido te cura,?
Vivo marital mente com o meu esposo há mais 6 anos e não sinto prazer sexual, qdo me toca fico irritada.
Tenho 70 anos com diabetes desde 2000 controlados não passa 130 tensão 12/7 tenho falta de apetite sexual mas tenho erecção só que começo o ato sexual com muita vontade e desejo mas passados 5minutos o penis fica mole.Preciso de ajuda
Olá! João, tudo bem? Orientamos que agende uma consulta para que possa ter as devidas orientações.
Não tenho desejo sexual com meu namorado, nao tenho orgasmo. Nao sinto prazer nenhum. Eu tenho 39 anos e ele 26 . E ele me ama muito.
[…] O ressecamento vaginal não apenas causa desconforto físico, mas também pode afetar profundamente a qualidade de vida de uma mulher. Pode levar a dor durante as relações sexuais, uma condição conhecida como dispareunia, resultando em uma diminuição do interesse ou prazer sexual. […]
Boa noite de ums 10 dias pra cá sinto vontade de fazer Amor mais nos Testículos não tenho sentido qual o médico preoucuro
eu tenho vontade de ter vontade de sexo mais tenho tanto nojo e termino nao sentindo nada amo meu marido ele e muito paciente mais nao gosto que ninguem me toque
Minha nora e meu filho estão com problema, minha nora tem 19anos e tem uns 9meses que não tem relação sexual pois ela não tem vontade, desde que ela engravidou teve a bebê e já tá com um ano, eles estão querendo se separar
Tenho 62 anos vou fazer 63 anos dia 8 /11 estive casada 18 anos no começo tudo ia bem depois começou o sexo a ficar sem graca eu irritada começaram as dores varias infecções de urina sempre tratando muitas cobranças e casamento desgastando conclusao divorcio estou a mais de um ano sozinha sinto vontade de estar com alguém porem nao tenho libido nao tenho vontade de fazer sexo necessariamente devo procurar quem ? Que tipo de medica tenho vergonha em Falar com o médico sobre isso
Como vou casar ou morar com alguém se não tenho vontade de fazer sexo. Me ajudem com uma luz no fim do túnel sou anormal?
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Oiii sou casada a 4 anos de uma tempos não tenho vontade de ter relação com meu marido. Oq fazer não sinto vontade de nada
[…] Fraqueza nessa região pode desencadear dor, perda de urina ou lesões no períneo de gestantes, principalmente durante o parto. Músculos pélvicos enfraquecidos também afetam a vida sexual. […]
[…] assim, é comum que ocorram alterações na libido, por isso talvez você não queira ter relações em alguns meses […]
[…] redução da libido ou disfunções sexuais. […]
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Boas notícias todos os dias sobre minha vida depois de me encontrar com o Dr. Ajobi online sobre meu casamento que terminou sem nenhum motivo do meu marido, o Sr. Nuno Fernando. Tudo começou depois que meu marido começou a ter um caso com outra mulher em 2020, quando ele eventualmente saiu de casa para ficar com a mulher, abandonando a mim e meus dois filhos. 2 anos depois, conheci o Dr. Ajobi online e contei a ele o que estou passando em meu casamento, e ele disse pelo poder de Deus que tudo ficará bem conosco novamente e perguntei a ele como e se era possível, ele disse que sim e que entraria em contato comigo sobre o que faríamos. Para minha maior surpresa, depois que ele terminou o trabalho, ele disse que faria para que meu marido voltasse para sua família, meu marido e sua nova esposa começaram a ter mal-entendidos que levaram a brigas entre os dois. Hoje, quero que todos que têm o mesmo problema entrem em contato com o Dr. Ajobi para obter ajuda. Deus o está usando para restaurar a paz em casamentos desfeitos. Obrigado senhor pelo seu bom trabalho, senhor, mais bênçãos, senhor. Abaixo estão as informações de contato para entrar em contato com ele:
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Meu nome é Rhoda Austin. Não acreditava em feitiços até conhecer o grande Dr. Ajobi. Deus tem me usado para ajudar pessoas com vários problemas da vida. O Dr. Ajobi me ajudou a restaurar meu casamento desfeito de 14 anos, quando uma mulher desconhecida, vinda do nada, tomou conta do meu marido. Fiquei com o coração partido por 3 anos antes de conhecer o grande Dr. Ajobi por usar seu feitiço para resgatar meu marido das mãos da mulher desconhecida. Hoje, posso dizer com ousadia para sempre entrar em contato com o Dr. Ajobi por seu maravilhoso trabalho que ele usa para ajudar pessoas online. Agradeço a Deus por me ajudar a superar problemas matrimoniais para sempre. Hoje, eu e meu marido vivemos felizes juntos e mais felizes do que quando nos casamos. Obrigada, Dr. Ajobi. Você pode contatá-lo pelo seguinte número e endereço de e-mail:
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1 PROBLEMA NOS OLHOS
2 AVC
3 CÂNCER
4 DOENÇAS DE HAS
5 BAIXA CONTAGEM DE ESPERMATOZÓIDES
6 FEITIÇO PARA UM BOM TRABALHO
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Bom dia a todos, meu nome é Vieira Tracy. Quero dar um testemunho sobre o excelente trabalho que a Dra. Ajobi vem fazendo para ajudar as pessoas. Numa manhã de sábado, eu estava na internet quando me deparei com alguém que testemunhou sobre como a Dra. Ajobi a ajudou a resgatar o marido das mãos de outra mulher que usou poderes mágicos para tirar o marido dela. No início, não fiquei convencida sobre o poder mágico da Dra. Ajobi para resgatar o marido, mas acreditem, irmãos, quando experimentei, em uma semana, meu marido, que me deixou há mais de um ano e seis meses, voltou sem que eu ligasse. Foi realmente um milagre para mim vê-lo novamente. Na verdade, nem tudo que é falso online é verdade. O Dr. Ajobi é, na verdade, enviado por Deus para restaurar a paz em minha vida e em meu casamento. Digo que Deus continuará abençoando você e sua família por tudo o que vocês estão fazendo para ajudar aqueles que precisam. Obrigado, Dr. Ajobi. Ele também ajuda nas seguintes áreas:
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