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Blog dr.consulta / Saúde da mulher / Maneiras eficazes de prevenir a vaginose bacteriana
Saúde da mulher

Maneiras eficazes de prevenir a vaginose bacteriana

A alteração do equilíbrio natural da flora vaginal, caracterizada pela diminuição dos lactobacilos (bactérias protetoras) e pela proliferação de...
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dr.consulta
29, abr de 2025
7 minutos para ler
Maneiras eficazes de prevenir a vaginose bacteriana

A alteração do equilíbrio natural da flora vaginal, caracterizada pela diminuição dos lactobacilos (bactérias protetoras) e pela proliferação de outros microrganismos, recebe o nome de vaginose bacteriana. 

Embora não seja considerada uma infecção sexualmente transmissível, pode ocasionar complicações ginecológicas e obstétricas quando não cuidada adequadamente.

Nas mulheres em idade reprodutiva, é a principal causa de secreções anormais e está entre as queixas mais observadas durante as consultas ginecológicas de rotina.

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Bactérias naturais e desequilíbrio

Quando saudável, a região íntima é formada predominantemente por Lactobacillus que produzem ácido lático e mantêm o ambiente ácido, dificultando assim o crescimento de agentes prejudiciais. 

No entanto, a vaginose surge se essa estabilidade se rompe, facilitando o aumento de espécies como Gardnerella vaginalis, Mobiluncus spp. e outras que modificam o pH e a composição dos fluidos.

Sinais que merecem atenção

Em muitos casos, a vaginose bacteriana não provoca sintomas. Mas podem ser características do quadro:

  • corrimento acinzentado, mais líquido e homogêneo;
  • odor forte, semelhante a peixe, especialmente após o contato sexual;
  • leve ardência ao urinar ou desconforto (menos frequente).

Já coceira intensa, dor pélvica e vermelhidão não são típicas desse diagnóstico e podem indicar outras enfermidades, como candidíase e tricomoníase.

Cuidar da saúde íntima vai além do alívio das manifestações. Por isso, um acompanhamento médico é essencial para identificar alterações precocemente, evitar agravos e garantir que o tratamento siga o caminho certo.

Com assinaturas como o Cartão dr.consulta é possível ter acesso às consultas, exames com valores vantajosos e apoio contínuo de especialistas.

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Possíveis fatores associados

É comum que a condição surja em situações que envolvam:

  • troca recente ou múltiplos parceiros sexuais;
  • uso de duchas vaginais e produtos perfumados na região;
  • higiene interna excessiva;
  • tabagismo;
  • presença de dispositivos intrauterinos (DIU).

Vale ressaltar que banhos com soro fisiológico, chás ou outras medidas caseiras são práticas sem respaldo científico que acabam irritando a mucosa. O recomendado é sempre procurar um ginecologista para orientar a melhor conduta.

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Diagnóstico e tratamento da vaginose bacteriana

Para detectar se o processo é infeccioso, o profissional realiza procedimentos ginecológicos que verificam o estado físico da área.

Entre os fatores analisados estão:

  • o aspecto da secreção;
  • se o pH está acima de 4,5;
  • se o cheiro fica acentuado após adição de uma solução alcalina (chamado de teste das aminas);
  • se as células epiteliais estão cobertas por bactérias no exame microscópico.

A presença de, pelo menos, três desses critérios é suficiente para confirmá-la. Além disso, a citologia (Papanicolau) revela indícios, mas não substitui toda a avaliação mencionada.

Normalmente, o manejo é feito com antibióticos e há opções em creme (pomada), gel e comprimidos orais, a depender da gravidade, frequência e histórico clínico. 

A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (SOGIMIG) reforça que não há eficácia comprovada no uso de lactobacilos, probióticos ou vitamina C para o tratamento da vaginose.

Cerca de 30% a 50% das pessoas que tratam o quadro apresentam recidivas, segundo a SOGIMIG, o que exige que as causas sejam revistas e as abordagens reajustadas.

O que acontece se a vaginose bacteriana não for tratada

Ainda que o quadro possa se resolver espontaneamente quando assintomático, o acompanhamento médico é necessário, principalmente em gestantes ou pacientes com recorrências. 

Isso porque a persistência da condição está associada a complicações como:

  • maior risco de infecções pós-operatórias em procedimentos ginecológicos e de contrair as sexualmente transmissíveis (ISTs), incluindo o HIV;
  • parto prematuro e ruptura precoce da bolsa amniótica;
  • alterações no ambiente que prejudicam a implantação de embriões (dificuldade para engravidar).

Dessa forma, é preciso restaurar o equilíbrio das colônias bacterianas naturais de maneira segura e eficaz.

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Prevenção e cuidados no dia a dia

Algumas atitudes simples contribuem para manter a saúde da região em dia:

  • evitar duchas vaginais e produtos com fragrância;
  • preferir roupas íntimas de algodão e bem ventiladas;
  • utilizar preservativos nas relações sexuais;
  • não fumar;
  • controlar os níveis de ansiedade e estresse;
  • realizar a higiene adequada, mas sem exageros;
  • após urinar, sempre limpar-se de frente para trás. 

Medidas preventivas não garantem a ausência de novos episódios, mas diminuem a probabilidade, bem como a intensidade. Cuidar é um processo contínuo e contar com uma equipe especializada preparada faz toda a diferença nessa jornada.

Fontes: 

  • Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais;
  • Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais;
  • Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo);
  • NHS;
  • NIH;
  • World Health Organization.

#corrimento vaginal#desequilíbrio vaginal#doenças ginecológicas#infecção vaginal#lactobacilos#saúde da mulher#saúde íntima#Vaginose bacteriana
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O dr.consulta nasceu em 2011, na favela de Heliópolis, em São Paulo, com a proposta de fazer uma verdadeira revolução na saúde, oferecendo atendimento acessível e de qualidade para quem não tinha. E esse objetivo de revolucionar o setor nos acompanha todos os dias desde então. Hoje, somos quase mil profissionais em busca das melhores soluções e já atendemos mais de 3 milhões de pacientes em nossos centros médicos espalhados por São Paulo.
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Comentários

  1. Andreia Cristina Rosa Marcelino 16/08/2021 às 18:08

    Minha filhinha de 11 anos,esta c corrimento branquinho,como leite,nao tem cheiro,nao coça,e ainda nao ficou mocinha,eu tenho que levar no medico,ou é normal?

    Responder
    • biancasantander 16/08/2021 às 20:05

      Olá Andreia, como vai?

      Corrimento antes da primeira menstruação pode ocorrer, mas é sempre bom fazer acompanhamento com um especialista.

      Responder
  2. Janete cristina anibal anibal 18/08/2021 às 17:47

    Tenho ardência n canal de urina doi n n hora do sexo ..medica disse

    Responder
    • biancasantander 18/08/2021 às 19:41

      Olá boa noite! Janete deve-se manter o acompanhamento com um especialista neste caso!

      Responder
  3. Tania Mara L. Lopes da Rosa 20/08/2021 às 14:20

    É muito útil para as mulheres tais esclarecimento,pois muitas vezes não damos atenção nas partes íntimas.

    Responder
    • biancasantander 21/08/2021 às 11:19

      Olá!

      Sim! Agradecemos o comentario!

      Responder
  4. Narcizia Helena Mendes Barreto 25/08/2021 às 05:43

    Muito bom mesmo , nos esclarecemos de muitas dúvidas. Eu mesmo descobri q tenho isso, principalmente quando minha imunidade abaixa .

    Responder
    • Leticia Correia Cardoso 25/08/2021 às 11:46

      Olá, bom dia! Ficamos felizes em saber disso 😉

      Responder
  5. Rutegomesdasilva Gomesdasilvaeu 26/08/2021 às 19:18

    Eu tenho e uma dor insuportável ..sexo nem pensar dói muitooo.socorro qual remedio

    Responder
    • Leticia Correia Cardoso 27/08/2021 às 07:58

      Olá, bom dia! Para ter um diagnóstico e / ou orientações é preciso consultar um especialista, em avaliação na consulta médica. Para marcar uma consulta com a gente você pode entrar em contato com uma central de atendimento pelo fone 4090-1510 ou pelo site http://www.drconsulta.com . Obrigado, abraço!

      Responder
  6. Deyse 12/04/2023 às 19:25

    Super amei esse conteúdo, muito explicativo. Obrigada.

    Responder
    • biancasantander 13/04/2023 às 09:57

      Continue nos acompanhando sempre ??

      Responder
  7. Robert 24/10/2024 às 15:26

    Boa tarde minha regiao intima é mto saldavel ,corrimento normal ,sem cheiro sem nada ,porem comecei a namorar e ter relacao sexual ,porem pós isso ,tive relaçao com ele umas 4 vezes e ate entao tava normal ,eu seguro muito por preguica de ir ao banheiro na madrugada e segurei no trabalho nesse mesmo dia eu fiquei com muita dor na bexiga ,fiquei uns 2 dias com essa dor ,depois passou e nao doeu quando fazia xixi porem de uma semana pra ca botei que ta um cheiro ruim e a cor mudou ,e assim to preocupada pq era muito cheirosa e agora ta assim ,acho que to com vaginose pelos sintomas só ñ tenho coceira mais o resto,que remedio devo tomar eo que posso ta fazendo pra nao voltar isso novamente

    Responder
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