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Blog dr.consulta / Saúde de A-Z / Sintomas de dengue: como diferenciá-los de outras doenças
Saúde de A-Z

Sintomas de dengue: como diferenciá-los de outras doenças

Transmitida pela picada da fêmea do Aedes aegypti, a dengue é uma enfermidade de fácil ocorrência no Brasil durante...
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dr.consulta
27, jan de 2025
9 minutos para ler
Sintomas de dengue: como diferenciá-los de outras doenças

Transmitida pela picada da fêmea do Aedes aegypti, a dengue é uma enfermidade de fácil ocorrência no Brasil durante o ano todo. 

No entanto, o número de casos cresce significativamente entre outubro e maio, período em que as chuvas se tornam mais intensas e frequentes, favorecendo a reprodução do mosquito vetor do vírus responsável pela condição.

Embora a maioria dos pacientes infectados pelo agente causador da dengue consigam se recuperar bem, segundo o Ministério da Saúde, a condição pode ser debilitante e representar risco à vida. 

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Por isso, reconhecer seus sintomas e diferenciá-los de outras enfermidades é fundamental para buscar ajuda médica quando necessário.

Principais sintomas de dengue em pacientes infectados

O Aedes aegypti é encontrado facilmente em áreas urbanas, como escolas, comércios, prédios empresariais e outros estabelecimentos, sendo esses locais onde uma pessoa pode ser picada e infectada pelo vírus da dengue.

De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), quando isso acontece, é comum que o indivíduo apresente sintomas como:

  • febre alta (39ºC a 40ºC) de início repentino;
  • dor de cabeça;
  • prostração (fraqueza, moleza);
  • manchas vermelhas pelo corpo;
  • dor muscular intensa, nas articulações e/ou atrás dos olhos.

Vale pontuar que essas manifestações clínicas podem aparecer de forma isolada ou mesmo combinadas, sendo a febre a mais comum em todos os pacientes.

dr.consulta - mulher deitada na cama, passando mal, como um dos sintomas de dengue.
Imagem ilustrativa (Getty Images)

Recuperação da dengue

Normalmente, os sintomas duram de dois a sete dias. Não existe um tratamento específico, mas medicamentos como antitérmicos e analgésicos ajudam a aliviar o mal-estar e a reduzir a febre.

A automedicação não é aconselhada e o recomendado é sempre buscar atendimento médico antes de iniciar o uso de qualquer remédio.

Medicamentos à base de ácido acetil salicílico e anti-inflamatórios, como aspirina e AAS, devem ser evitados, pois podem aumentar o risco de hemorragias.

Repouso e ingestão de líquidos são essenciais também para que o organismo se restabeleça. Idas ao médico ou unidades de pronto-atendimento para a realização de exames que ajudam no diagnóstico correto e orientação adequada sobre a melhor conduta do caso são recomendadas pelo Ministério da Saúde. 

O Cartão dr. consulta possibilita o acesso a diferentes especialistas, além de exames com valores especiais que ajudam no diagnóstico de condições como a dengue. 

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Quando a dengue vira hemorrágica

Embora o termo passe a impressão de que possam ocorrer episódios de sangramentos, nem sempre isso acontece em situações de agravamento do quadro do paciente.

Desde de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) não utiliza mais o termo dengue hemorrágica e, sim, dengue grave para se referir a casos em que se observa o extravasamento de plasma dos vasos sanguíneos.

A evolução do quadro simples para o grave é preocupante, pois, quando não tratado a tempo, pode levar ao óbito do paciente.

Crianças, idosos, gestantes e pacientes com doenças crônicas (como hipertensão e diabetes) têm risco maior de complicações da dengue.

Entre os principais sintomas dessa fase, o Ministério da Saúde destaca:

  • dor abdominal intensa e contínua:
  • vômitos persistentes;
  • queda repentina da pressão arterial e/ou sensação de desmaio ao se levantar;
  • letargia;
  • irritabilidade;
  • sangramento de mucosas (gengivas, por exemplo);
  • acúmulo de líquidos em cavidades do corpo (como nas do coração, ocasionando quadros de derrame pleural e pericárdico);
  • aumento do tamanho do fígado em mais de 2cm;
  • elevação dos níveis de hematócrito (porcentagem de glóbulos vermelhos no sangue), uma vez que o plasma vaza para fora da corrente sanguínea.

Caso o paciente apresente algum desses sintomas, é de extrema importância que ele procure o atendimento médico o mais rápido possível para que as primeiras providências sobre o seu quadro de saúde possam ser tomadas.

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dr.consulta - banner campanha exames e cuidados com a saúde no início do ano

Aprendendo a diferenciar a dengue da gripe e outras doenças 

Embora parecidas, uma das principais diferenças entre as manifestações clínicas das duas condições diz respeito aos sintomas respiratórios.

Tanto a gripe quanto a dengue geram febre, dores e sensação de mal-estar, mas apenas a primeira também causa tosse, coriza (formação de catarro), rouquidão e olhos lacrimejantes, de acordo com o Ministério da Saúde.

A condição ainda pode ser confundida com outras patologias, como a chikungunya, a febre amarela e a zika, uma vez que todas elas são transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti.

Um diferencial da chikungunya é a possibilidade do paciente ficar impossibilitado de se mexer pelas fortes dores nas articulações, informa a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Essa, por sinal, é a explicação para o nome da condição: “aqueles que se dobram”, em swahili.

Já a febre amarela se distingue das demais enfermidades principalmente em casos mais graves, em que pode haver quadro de icterícia (quando a pele e o branco dos olhos se tornam amarelados).

A zika, por outro lado, torna-se uma questão de alerta, pois 80% dos casos são assintomáticos. Quando o paciente tem manifestações clínicas, porém, uma que chama atenção são as manchas vermelhas com erupções que aparecem repentinamente, com coceira intensa, aponta a Fiocruz. 

Prevenção do mosquito é essencial

A melhor maneira para evitar novos casos de dengue envolve um conjunto de ações preventivas contra o Aedes aegypti ao longo do ano.

Para isso, o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo recomendam:

  • uso de telas em janelas;
  • aplicação de repelentes;
  • descarte correto de pneus em postos de coleta;
  • remoção de recipientes (vasos, garrafas, copos e demais itens) que possam se transformar em criadouros de mosquitos;
  • vedação correta de reservatórios e caixas de água;
  • desobstrução de calhas, lajes e ralos.

Atualmente, imunizantes contra a dengue estão disponíveis para a aplicação em adultos e crianças, fazendo parte do calendário de vacinação infantil.

Com a prevenção e orientação corretas de médicos e demais profissionais de saúde é possível reduzir os impactos negativos da dengue.

Fontes:

  • Agência Brasil;
  • Fundação Oswaldo Cruz; 
  • Instituto Butantan;
  • Ministério da Saúde; 
  • Ministério da Saúde – Dengue; 
  • Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo; 
  • Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

#dengue#dengue hemorrágica#sintomas de dengue
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Comentários

  1. Miocardite: a condição que pode atingir corações jovens | Blog dr.consulta 04/02/2025 às 10:17

    […] dengue; […]

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  2. Como se proteger contra os surtos de dengue? | Blog dr.consulta 10/12/2025 às 08:00

    […] dengue varia de quadros leves a graves. Reconhecer rapidamente os sintomas e diferenciar sinais de alarme evita atrasos decisivos no […]

    Responder

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