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Blog dr.consulta / Saúde de A-Z / A, B,C, D e E? Conheça os diferentes tipos de hepatite
Saúde de A-Z

A, B,C, D e E? Conheça os diferentes tipos de hepatite

A hepatite viral pode ser causada por cinco agentes distintos, o que faz com que existam cinco tipos diferentes:...
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dr.consulta
29, jun de 2024
12 minutos para ler
A, B,C, D e E? Conheça os diferentes tipos de hepatite

A hepatite viral pode ser causada por cinco agentes distintos, o que faz com que existam cinco tipos diferentes: a hepatite A, hepatite B, hepatite C, hepatite D e hepatite E, separadas ainda por suas particularidades, frequência e região do país de maior incidência.

Conhecer e reconhecer seus sintomas, pode levar a um diagnóstico ainda mais preciso e os melhores tratamentos. Embora possam ser prevenidas com vacinação, muitas pessoas ainda desconhecem a sua gravidade.

Os 5 tipos de hepatite virais

Provocada por diversos vírus, a hepatite viral é uma inflamação nas células do fígado que, ao evoluir e se tornar crônica pode gerar outras complicações como a cirrose e o câncer de fígado. As mais comuns são as do tipo A, B e C.

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1 – Hepatite A

É a infecção causada pelo vírus A (HAV) da hepatite, também conhecida como hepatite infecciosa. Na maioria dos casos é de caráter benigno. Contudo, o curso sintomático e a letalidade aumentam com a idade.

Transmissão

  • O vírus é eliminado nas fezes, assim a transmissão é via fecal-oral (contato de fezes com a boca). Essa forma de transmissão está relacionada a baixos níveis de saneamento básico e hábitos de higiene inadequados;
  • contato sexual oral e anal sem a devida proteção; e
  • ingestão de água ou alimentos contaminados. 

Prevenção

Para evitar a contaminação é necessário lavar bem os alimentos crus, deixando-os de molho em solução preparada com água sanitária, lavar bem as mãos após o uso do banheiro e antes de se alimentar e usar preservativo em todas as práticas sexuais.

2 – Hepatite B

Causada pelo vírus da hepatite B (HBV). Inicialmente, a infecção é aguda, mas em certos diagnósticos a doença permanece tornando o quadro crônico, podendo a cirrose e câncer de fígado.

Transmissão

  • a infecção se dá majoritariamente por relações sexuais desprotegidas e objetos perfurocortantes, visto que o vírus está presente no sangue e nas secreções;
  • de mãe para o bebê durante o parto. 

A hepatite B é considerada uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), já que o vírus pode ser encontrada no sangue, sêmen e secreções vaginais, sendo transmitido, portanto, de pessoa a pessoa.

3 – Hepatite C

É causada pelo vírus da hepatite C (HCV). Diferentemente dos demais tipos de hepatite, essa é uma doença silenciosa que evolui devagar e produz uma inflação persiste no fígado.

Transmissão

  • pelo compartilhamento de objetos como agulhas ou seringas;
  • na reutilização ou falha na esterilização de equipamentos médicos, odontológicos, de manicure, tatuadores;
  • em procedimentos como hemodiálise, cirurgias e transfusão – quando não há os devidos cuidados de biossegurança;
  • o sangue contaminado também pode ser espalhado através da relação sexual desprotegida (menos comum) e da mãe para o filho. 

4 – Hepatite D

Nesse caso, a manifestação da doença está associada à presença do vírus da hepatite B. São duas as formas de infecção: infecção simultânea com o HBV e superinfecção do HDV (que causa a hepatite do tipo D) em um indivíduo com infecção crônica pelo HBV. 

Sua forma crônica, evolui rapidamente para a cirrose e aumenta os riscos de câncer e morte. É mais comum na região Norte do Brasil.

Transmissão

  • pela relação sexual desprotegida;
  • da mãe para o bebê durante a gestação e parto;
  • pelo compartilhamento de objetos, como escova de dentes ou lâmina de barbear, além de objetos para tatuagens e colocação de piercings.

5 – Hepatite E

A hepatite E é uma infecção causada pelo vírus E (HEV). É aguda, de curta duração e autolimitada e, na maioria das vezes, é benigna. Pode ser tornar mais grave na gestação, no entanto, raramente causa infecções crônicas – mesmo entre as pessoas que já têm algum tipo de imunodeficiência.

Transmissão

  • principalmente pela via fecal-oral;
  • pelo consumo de água contaminada e em locais com infraestrutura sanitária frágil;
  • Ainda inclui a ingestão de carne mal cozida ou produtos derivados de animais infectados, como fígado de porco;
  • pela transfusão de produtos sanguíneos infectados e da mãe para o bebê. 

Esse é o tipo mais raro de hepatite no Brasil.

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Sintomas

Uma característica comum entre todos os tipos de hepatite é o fato de ser uma infecção silenciosa e que, normalmente, não apresenta sintomas. E, quando foge a essa regra, os sintomas relatados pelos pacientes são parecidos com o de outras doenças, o que dificulta o diagnóstico.

Somente com a realização de exames e análise de um hepatologista, é possível confirmar o quadro e o tipo de hepatite viral, a partir de certos sintomas específicos.

Hepatite A

O período de incubação é de 2 a 4 semanas e os sintomas incluem:

  • febre;
  • falta de apetite;
  • náuseas;
  • dores abdominais;
  • urina escura;
  • mucosas amareladas (icterícia).

Geralmente as crianças são assintomáticas ou sentem muito poucos sintomas. Eles costumam ser mais visíveis nos adultos.

Hepatite B

A hepatite B pode ser assintomática, mas, mesmo assim, precisa de tratamento para evitar a progressão da doença e deterioração do fígado. Quando aparecem sintomas costumam se manifestar de um a seis meses após a infecção e, geralmente são:

  • enjoos;
  • febre baixa;
  • dor nas articulações;
  • dor abdominal;
  • cansaço;
  • tontura;
  • urina escura e fezes claras;
  • pele e olhos amarelados.

Hepatite C

O aparecimento de sintomas da hepatite C é muito raro, entretanto é o mais grave. Cerca de 80% das pessoas infectadas não apresentam qualquer sintoma, por isso a testagem espontânea da população prioritária é muito importante para conter o agravo da doença. 

Em alguns casos, alguns sintomas aparecem como uma forma aguda da doença, que antecede a forma crônica. São eles:

  • pele amarelada;
  • urina escura;
  • dores abdominais;
  • cansaço;
  • perda de peso.

Hepatite D

Esse tipo de hepatite pode ser assintomático ou sintomático grave, dependendo do grau de comprometimento do fígado e pode ser identificado pelos sintomas clássicos de hepatite:

  • cansaço; 
  • fezes esbranquiçadas;
  • pele e olhos amarelados.

Hepatite E

Como nas outras hepatites, quase não apresenta sintomas. Porém, quando ocorrem, costumam aparecer de 15 a 60 dias após a infecção:

  • cansaço;
  • tontura;
  • enjoo;
  • vômitos;
  • febre;
  • dor abdominal;
  • pele e olhos amarelados;
  • urina escura; 
  • fezes claras.
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Tratamentos

  • hepatite A: não há tratamento específico para a hepatite A. O médico poderá prescrever medicamentos para melhorar o desconforto e garantir o balanço nutricional adequado, incluindo a reposição de fluidos perdidos pelos vômitos e diarreias. Atenção! A automedicação só prejudicará as condições do fígado, procure ajuda médica. 
  • hepatite B: o tratamento varia conforme a fase da doença. Na fase aguda, é indicado repouso, hidratação e cuidados com a dieta. Na hepatite crônica são utilizados remédios prescritos pelo hepatologista, infectologista ou clínico geral.
  • hepatite C: é feito com os antivirais de ação direta (DAA) que apresentam taxas de cura de mais de 95%, sendo realizados, geralmente, por 8 ou 12 semanas. Esses DAAs revolucionaram o tratamento da hepatite C e possibilitam a eliminação da infecção.
  • hepatite D: o tratamento indicado para a hepatite D segue o mesmo protocolo da hepatite B. Os medicamentos não curam a hepatite D, apenas controlam o dano hepático.
  • hepatite E: da mesma forma que a hepatite A, a hepatite E não tem tratamento específico. O mais importante é evitar a automedicação, já que a prática só intoxica o fígado, piorando o quadro. O médico prescreverá medicamentos para alívio dos sintomas, além da reposição nutricional e para hidratação.

Vacina protege desde cedo

Médico aplicando vacina dos tipos de hepatite que tem vacina
Imagem ilustrativa (iStock)

As vacinas contra as hepatites A e B (únicas disponíveis) são a medida preventiva mais eficaz para evitar casos graves e mortes pela doença. Depois de imunizada, a pessoa fica protegida por toda vida. A primeira pode ser encontrada em serviços privados e a segunda faz parte do esquema vacinal básico:

  • hepatite A: é indicada para todas as pessoas a partir de 12 meses de vida.
  • hepatite B: deve ser aplicada nas primeiras horas após o nascimento (entre 12 e 24 horas).  O esquema básico têm de 03 (três) doses, com intervalos de 30 dias da primeira para a segunda dose e 180 dias da primeira para a terceira.

Fontes:

  • Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde (BVSMS);
  • Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações(DATA-SUS);
  • Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM);
  • Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM).

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Comentários

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