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Blog dr.consulta / Saúde da mulher / Síndrome de HELLP durante a gestação. O que isso significa?
Saúde da mulher

Síndrome de HELLP durante a gestação. O que isso significa?

A gravidez é um momento especial para a maioria das pessoas e necessita de cuidados para que seja segura...
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dr.consulta
13, fev de 2025
8 minutos para ler
Síndrome de HELLP durante a gestação. O que isso significa?

A gravidez é um momento especial para a maioria das pessoas e necessita de cuidados para que seja segura para a mãe e o bebê. Isso porque algumas complicações podem colocar em risco tanto o desenvolvimento do feto dentro da barriga da mulher quanto a vida da própria grávida. 

Uma delas é a síndrome de HELLP, que pode ter desfechos bastante negativos. O conteúdo a seguir detalha do que se trata esse agravo, quando ele ocorre, seus sintomas e se é possível prevenir o quadro.

O que é a Síndrome de HELLP?

Com o desenrolar do período gestacional, algumas mulheres podem desenvolver as chamadas síndromes hipertensivas, um conjunto de manifestações caracterizado pelo aumento da pressão arterial.

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Entre elas, destaca-se a pré-eclâmpsia, caracterizada pela hipertensão arterial (pressão sanguínea igual ou superior a 140/90 mmHg) e proteinúria (presença de proteína na urina maior que 0,3 g a cada 24 horas), indicando um funcionamento anormal dos rins. 

De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a pré-eclâmpsia pode ocorrer a partir da 20ª semana de gestação, tendo a síndrome de HELLP como um agravamento. 

O nome vem da abreviação dos termos em inglês e reúne os efeitos da situação no organismo:

  • H (hemolytic anemia); hemólise que é a fragmentação das células do sangue;
  • EL (elevated liver enzymes): elevação das enzimas hepáticas, indicando lesão no fígado;
  • LP (low platelet count): baixa contagem de plaquetas, prejudicando a coagulação sanguínea.

A Febrasgo indica que cerca de 10% dos diagnósticos de síndrome de HELLP ocorrem antes da 27ª semana; 70% entre a 27ª e 37ª semana; e 20% após a 37ª semana.

dr.consulta - Mulher grávida medindo a pressão arterial.
Imagem ilustrativa (Adene Sanchez/iStock)

As causas exatas para a ocorrência dessa complicação obstétrica ainda não são esclarecidas pela ciência, mas algumas hipóteses são estudadas, como:

  • históricos de hipertensão arterial, diabetes ou familiares que também tiveram HELLP;
  • gravidez muito jovem ou tardia;
  • casos de primeira gestação.

Nesse sentido, é sempre importante conversar com o profissional sobre o histórico de saúde para que seja possa avaliar a melhor conduta para o caso.

Com o Cartão dr.consulta, é possível agendar consultas com diferentes especialidades médicas, como obstetras, e exames que podem ajudar a adotar a melhor conduta possível para o tratamento dessa e de outras intercorrências.

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Sintomas característicos e diagnóstico

Além do aumento da pressão arterial, outros sinais comuns são: 

  • dor de cabeça muito forte e que não passa com remédios;
  • fadiga e mal-estar;
  • visão alterada;
  • náuseas e vômitos;
  • sangramentos (nasal ou em outras partes do corpo)
  • dor na parte alta do abdômen (principalmente central e/ou quadrante direito).

A automedicação nunca é aconselhada por colocar em risco a vida da mulher e do bebê. A identificação clínica deve ser feita por um médico, que deverá avaliar os sinais e solicitará exames complementares, como:

  • hemograma completo com diferencial (inclusive plaquetas);
  • esfregaço de sangue periférico;
  • transaminase hepática;
  • bilirrubina.

Uma vez que há confirmação do distúrbio, a medida terapêutica mais comum é considerar os riscos para a gestante e para o bebê em desenvolvimento e antecipar o parto.

Outras recomendações incluem utilizar medicamentos e infusões a fim de compensar as disfunções do organismo materno. Nenhuma dessas ações, no entanto, exclui riscos.

Complicações indesejadas

É importante ressaltar que caso não seja tratada, a situação pode evoluir para outras complicações ainda mais graves, como:

  • eclâmpsia;
  • insuficiência renal;
  • falência cardíaca;
  • hemorragias;
  • acúmulo de líquido nos pulmões;
  • ruptura do fígado.

A evolução do quadro e, consequentemente, o surgimento de sintomas mais críticos, podem levar à morte da mulher.

As complicações também podem afetar o bebê devido ao:

  • descolamento prematuro da placenta que pode levar à hemorragia e à falta de oxigênio para o feto;
  • parto prematuro, comprometendo o desenvolvimento do recém-nascido e podendo levá-lo à morte. 

Diante de qualquer sintoma suspeito, é fundamental buscar atendimento médico imediato para preservar a saúde materna e fetal.

Agendar consulta de Obstetrícia

É possível prevenir a Síndrome de HELLP

A melhor maneira de se evitar complicações gestacionais, como a pré-eclâmpsia ou a síndrome de HELLP, é realizando o pré-natal corretamente. Isso significa:

  • manter as consultas de rotina com o obstetra;
  • realizar os exames necessários;
  • tomar as vacinas indicadas para grávidas.

Além disso, existem alguns hábitos benéficos para a gestação como um todo:

  • alimentar-se corretamente, de forma equilibrada e nutritiva, ao longo da gestação;
  • beber bastante água e evitar a desidratação;
  • praticar exercícios físicos, adaptando as atividades às limitações da gravidez;
  • não ingerir bebidas alcoólicas ou consumir outras substâncias prejudiciais.

Esse conjunto de práticas ajuda a aumentar a qualidade de vida da gestante e do bebê, além de possibilitar o diagnóstico precoce de possíveis complicações gestacionais e tratá-los a tempo de gerar riscos.

Quem teve a síndrome pode engravidar novamente?

Embora algumas mulheres tenham receio de engravidar mais uma vez, não há nenhum fator biológico que as impeça.

É importante, porém, que elas recebam orientações médicas para que a gravidez seguinte seja bem planejada e segura. 

Fontes:

  • Agência Brasil;
  • Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Orientações e Recomendações para Pré-eclâmpsia;
  • Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Protocolo Síndrome de HELLP;
  • Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Síndromes Hipertensivas da Gravidez.

#complicações da gravidez#Gestação#Gestação Saudável#Gravidez#pré-eclâmpsia#pré-natal#Síndrome de Hellp
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O dr.consulta nasceu em 2011, na favela de Heliópolis, em São Paulo, com a proposta de fazer uma verdadeira revolução na saúde, oferecendo atendimento acessível e de qualidade para quem não tinha. E esse objetivo de revolucionar o setor nos acompanha todos os dias desde então. Hoje, somos quase mil profissionais em busca das melhores soluções e já atendemos mais de 3 milhões de pacientes em nossos centros médicos espalhados por São Paulo.
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Comentários

  1. Pressão alta na gravidez é perigosa para gestante e bebê | Blog dr.consulta 06/01/2025 às 12:11

    […] síndrome de HELLP: na qual ocorre a destruição das células do sangue, elevação das enzimas do fígado e baixa contagem de plaquetas (responsáveis por atuar na coagulação e cicatrização); […]

    Responder

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