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Blog dr.consulta / Saúde de A-Z / Entenda o que são e quais os riscos das valvulopatias
Saúde de A-Z

Entenda o que são e quais os riscos das valvulopatias

Como o nome sugere, são alterações patológicas nas válvulas cardíacas que afetam o fluxo sanguíneo dentro do coração. Essas...
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dr.consulta
20, jun de 2025
10 minutos para ler
Entenda o que são e quais os riscos das valvulopatias

Como o nome sugere, são alterações patológicas nas válvulas cardíacas que afetam o fluxo sanguíneo dentro do coração.

Essas condições podem surgir ao longo da vida ou já acompanhar o indivíduo desde o nascimento. São quadros que exigem atenção, pois comprometem a dinâmica do sistema cardiovascular e, quando não tratados adequadamente, podem evoluir com gravidade.

Em casos avançados há um risco maior de arritmias, acidentes vasculares cerebrais e até parada cardíaca, especialmente se houver falha no tratamento.

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O trabalho das válvulas cardíacas

O coração possui quatro dessas estruturas: a aórtica, a mitral, a tricúspide e a pulmonar. Elas têm a função de abrir e fechar de forma coordenada para garantir que o fluxo sanguíneo siga no sentido correto, evitando refluxos (ou seja, que o líquido volte na direção inadequada).

Esse mecanismo funciona como um sistema de “portões” que se abrem apenas quando o sangue deve passar de uma câmara para outra ou ser ejetado (lançado) para os pulmões ou o restante do corpo.

Tal falha, seja por fechamento incompleto ou rigidez da válvula, gera prejuízos circulatórios e sintomas cardiovasculares.

Essas válvulas são compostas por tecidos que, além de suportarem a pressão arterial, precisam ser suficientemente flexíveis para garantir vedação eficaz a cada batimento cardíaco.

Por isso, qualquer alteração anatômica ou funcional pode predispor a uma sobrecarga no coração e prejudicar a oxigenação dos tecidos do corpo.

dr.consulta - acompanhamento cardiológico, acompanhamento saúde do coração
Imagem ilustrativa (Getty Images)

Como as valvulopatias interferem nessa atividade

Quando uma valvulopatia está presente, o funcionamento das válvulas cardíacas pode ser prejudicado de duas maneiras principais:

  • pela estenose, em que a válvula se torna rígida ou estreitada, dificultando a abertura e a passagem do sangue;
  • por conta de uma insuficiência (ou refluxo), na qual ela não se fecha corretamente, permitindo o retorno do fluído para a câmara anterior.

Tudo isso exige mais do coração para manter a circulação eficiente. Com o tempo, possivelmente há espessamento das paredes do órgão, aumento das câmaras cardíacas e, em fases avançadas, há perda da capacidade de bombeamento eficaz.

Além disso, há a possibilidade do aparecimento de coágulos. Isso aumenta o risco de embolias (obstrução pelo acúmulo do sangue) que podem afetar o cérebro (acidente vascular cerebral), pulmões ou outros órgãos.

Os tipos mais comuns dessa alteração

As valvulopatias podem acometer qualquer uma das quatro válvulas, sendo que as mais frequentes são:

  • estenose aórtica, que se caracteriza pelo estreitamento dessa válvula em específico, comum em idosos e pessoas com histórico de febre reumática ou calcificações;
  • insuficiência mitral, que ocorre quando essa válvula não se fecha de adequadamente, permitindo o refluxo para o átrio esquerdo;
  • prolapso da válvula mitral, em que uma “aba” dessa válvula se projetam para dentro do átrio durante a contração do ventrículo;
  • estenose mitral, que é mais associada a sequelas da febre reumática e reduz a abertura da passagem;
  • insuficiência aórtica, onde há o retorno do sangue da aorta para o ventrículo esquerdo por falha no fechamento valvar.

Outras alterações menos frequentes são as valvulopatias na válvula tricúspide, mais relevantes em pacientes com pressão alta no pulmão (hipertensão pulmonar), e na válvula pulmonar, geralmente relacionadas a malformações congênitas (ou seja, presentes desde o nascimento).

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As causas para esse tipo de comprometimento

Diversos fatores podem desencadear uma valvulopatia. Os que mais chamam a atenção incluem:

  • as sequelas de uma febre reumática, que é a complicação de infecção por bactérias, sobretudo em adultos jovens;
  • a degeneração e calcificação associadas ao envelhecimento, tornando as válvulas mais rígida;
  • uma endocardite, na qual uma infecção nas válvulas cardíacas pode danificá-las permanentemente;
  • uma série de variações congênitas;
  • condições autoimunes, como o lúpus, que atingem tecidos valvares;
  • efeitos colaterais da aplicação de radioterapia no tórax, que pode causar dano estrutural das válvulas ao longo do tempo.

Outros fatores de risco são a hipertensão arterial descontrolada, o colesterol elevado, o diabetes e o tabagismo, que contribuem para várias alterações cardiovasculares, inclusive nas válvulas.

Para fortalecer a prevenção, é recomendável manter um estilo de vida saudável com alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle rigoroso da pressão arterial e do colesterol, abandono do tabagismo e supervisão médica periódica.

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Para isso, o Cartão dr.consulta oferece acesso a consultas e exames com preços diferenciados, o que permite que se faça o acompanhamento preventivo com todo o cuidado necessário. 

Quem assina é incluído ainda em programas de apoio, que garantem o suporte de um time multidisciplinar e atendimento on-line gratuito com profissionais de enfermagem para assistência apropriada.

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Quando se deve desconfiar de uma valvulopatia

Embora os sinais iniciais de valvulopatias podem ser silenciosos e seguirem assim por meses ou anos, alguns sintomas devem acender o alerta para a necessidade de uma visita ao médico:

  • cansaço desproporcional, mesmo diante de movimentações simples;
  • falta de ar ao deitar-se ou durante esforço leve;
  • palpitações ou sensação de batimentos irregulares;
  • inchaço nos tornozelos, pés ou abdômen;
  • tonturas e desmaios frequentes;
  • dor no peito ou sensação de aperto.

Em idosos, sintomas como confusão mental, sonolência e fraqueza também podem estar associados a disfunções valvares. Em crianças, baixo ganho de peso e cansaço ao mamar são sinais relevantes.

dr.consulta - mulher com as mãos no peito, sintomas de vulvopatias
Imagem ilustrativa (GettyImages)

Os exames e tratamentos mais utilizados para contornar essa disfunção

A confirmação de uma valvulopatia envolve checagens de imagem e avaliação clínica detalhada, segundo artigo publicado nos Arquivos Brasileiro de Cardiologia, preferencialmente conduzida por um cardiologista. Os principais recursos utilizados com tal finalidade são:

  • ecocardiograma, um tipo de ultrassom que avalia a ação das válvulas e o fluxo sanguíneo;
  • eletrocardiograma, que capta disfunções elétricas relacionadas a atividade cardíaca;
  • teste ergométrico, que mede a resposta do coração ao esforço físico;
  • cateterismo cardíaco, que permite a inspeção direta das válvulas em casos mais complexos.
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Outros exames complementares, como o ecocardiograma transesofágico, oferecem imagens mais detalhadas, úteis na programação de procedimentos ou cirurgias e podem ser indicados se considerado pertinente.

Já o tratamento indicado varia de acordo com o tipo, a gravidade e os sintomas. Entre as opções estão:

  • acompanhamento profissional regular para casos leves;
  • uso de medicamentos;
  • intervenções para corrigir a atuação das válvulas (valvuloplastia);
  • cirurgias para substituir os mecanismos por próteses mecânicas ou biológicas.

As próteses biológicas têm menor risco de coagulação, enquanto as mecânicas são mais duráveis. A escolha depende de critérios como idade, estilo de vida e presença de outras condições, conforme publicado no Brazilian Journal of Cardivascular Surgery, permitindo assim a reversão de boa parte das consequências das valvulopatias.

Fontes:

  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia;
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia;
  • Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery;
  • Revista Latino-Americana de Enfermagem.

#Cardiologista#coração#saúde cardiovascular#válvula aorta#válvulas do coração
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Comentários

  1. Válvula mitral e suas condições mais comuns | Blog dr.consulta 30/06/2025 às 14:02

    […] há variações, as chamadas valvulopatias, o mecanismo de abertura ou fechamento se torna ineficiente, o que interfere na dinâmica da […]

    Responder

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