Como medir a pressão arterial corretamente e identificar a hipertensão?
Entender como o organismo funciona e como os hábitos diários influenciam a saúde é essencial para uma vida mais saudável.
Nesse sentido, saber como medir pressão arterial (PA) e adotar práticas para prevenir e controlar essa condição são ações que ajudam a monitorar o bem-estar do corpo e garantir seu funcionamento. Saiba mais a seguir.
Onde e como medir a pressão arterial
Monitorar a PA é uma medida preventiva e de acompanhamento básico, sendo possível realizar em instituições de saúde ou mesmo em casa. Saiba como a medição deve ser feita dependendo do local:
Durante as triagens e consultas médicas
A aferição da pressão arterial é um dos procedimentos prioritários em quase todo atendimento feito por profissionais de saúde.
O processo é realizado com ajuda de um aparelho chamado esfigmomanômetro, cuja braçadeira é colocada pouco acima do cotovelo. Quando inflada e desinflada, a braçadeira permite a leitura dos valores.
É aconselhável, segundo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (DBHA), que o paciente tenha descansado por, pelo menos, cinco minutos antes da medição. Além disso, é importante que ele:
- mantenha a postura correta (costas e pés apoiados, e as pernas descruzadas?);
- não esteja com a bexiga cheia;
- não tenha praticado exercícios físicos, fumado ou ingerido café, alimentos ou bebidas alcoólicas momentos antes.

Em exames, como o MAPA e o MRPA
Existem dois procedimentos que contribuem para a investigação do quadro, segundo as DBHA: a Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) e a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA). Ambos são seguros e medem a PA ao longo de 24 horas, mas funcionam de maneiras distintas.
O MAPA faz registros em intervalos médios de 15 a 20 minutos (inclusive durante o sono), oferecendo uma visão contínua.
Já o MRPA realiza três medições pela manhã (antes do café da manhã e da medicação) e outras três à noite (antes do jantar) durante cinco dias. Alternativamente, é possível fazer duas medições em cada um desses períodos por sete dias.
O resultado dos exames é exposto em um gráfico que indica os horários e as respectivas flutuações da pressão – o que possibilita o diagnóstico precoce de hipotensão (quando ela está abaixo do ideal) ou de hipertensão.
Em casa, com aparelhos digitais
Em seu site, a Sociedade Brasileira de Hipertensão disponibiliza uma lista de dispositivos recomendados e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que podem ser utilizados em casa.
Para o uso correto e seguro, é importante consultar o manual do fornecedor para conferir as instruções para a regulagem e calibragem dos aparelhos.
Vale lembrar que o diagnóstico deve ser feito somente por um médico, como o cardiologista, após avaliação e investigação correta do caso.
O Cartão dr.consulta pode ajudar nesse processo, oferecendo acesso a diferentes exames e especialidades médicas que possibilitam o cuidado com a saúde cardiovascular.
Além disso, com o programa Viva Bem, o paciente recebe suporte com um time multidisciplinar via WhatsApp para tirar dúvidas sobre o cuidado com a pressão alta, diabetes e colesterol alto (dislipidemia) realizar consultas de enfermagem on-line.

Valores considerados para hipertensão arterial
A PA é verificada em dois momentos: quando o coração se contrai e bombeia sangue (sístole) e quando o coração está em repouso entre os batimentos (diástole). Ambas são medidas em milímetros de mercúrio (mmHg).
Na prática, isso significa que uma pessoa com 120/80 mmHg (ou 12 por 8) apresenta pressão sistólica de 120 mmHg e diastólica de 80 mmHg.
Atualmente, as DBHA classificam como hipertensão a PA igual ou superior a 140/90 mmHg. Outros valores e classificações que constam no documento são:
- PA ótima: até 120/80 mmHg (valor tido como o ideal);
- PA normal: entre 120/80 mmHg e 129/84 mmHg (é considerado saudável ainda, mas pouco acima do ideal);
- Pré-hipertensão: entre 130/85 mmHg e 139/89 mmHg (estágio anterior que acende o sinal de alerta).
Em casos de confirmação do quadro, o tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos e hábitos saudáveis para o controle da pressão.
Prevenção exige estilo de vida saudável.
De acordo com o Ministério da Saúde e as DBHA, essas práticas incluem praticar atividade física regularmente, priorizar uma dieta equilibrada, evitar o tabagismo, o sobrepeso e a obesidade.
Outros hábitos importantes são o controle do estresse, o consumo moderado de bebidas alcoólicas e de café, e o gerenciamento de enfermidades como o diabetes – orientações essenciais para a manutenção da saúde cardiovascular e prevenção da hipertensão.
Fontes:
[…] uma tendência natural da pressão arterial de diminuir durante a noite. Normalmente, a diminuição varia entre 10% a 20%. Assim, durante a […]
[…] um exemplo simples, no caso de uma pessoa com pressão 14 por 9, o 14 é a pressão sistólica e o 9 é a pressão diastólica. Essa oscilação se dá por conta […]
[…] as DBHA, qualquer profissional de saúde capacitado pode realizar essa verificação – que pode ser feita em casa também, com o auxílio de dispositivos […]
[…] monitorar periodicamente a pressão (em casa, no consultório ou em exames específicos, como o MAPA); […]
[…] recomendado também o monitoramento constante (em consultas, triagens ou em casa) e exames complementares que avaliam o comportamento da PA. Isso […]
[…] aspectos metabólicos, como a “queima” de estoques de gordura para prover energia, a pressão arterial e os índices glicêmicos devido a interação com a […]
Gostei, fiz pesquisa porque minha pressão está alta sei que preciso mudar meus hábitos na alimentação.
[…] dilatação em todos os já existentes. Isso implica na melhora da circulação, na redução da pressão arterial, na ampliação da disponibilidade do oxigênio e na capacidade do fluxo sanguíneo para realizar […]
[…] a pressão arterial controlada, seguindo as orientações […]
[…] controle das taxas de colesterol, de glicose e de pressão arterial; […]
[…] dois padrões de HV: concêntrica e excêntrica. A primeira é geralmente associada ao aumento da pressão arterial, em que a parede se torna mais espessa e o espaço interno do ventrículo […]
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